Atuação do Enfermeiro em intercorrências hemorrágicas no período puerperal: Revisão Bibliográfica

Nurse's performance in hemorrhagicintercurrences in the puerperal period: BibliographicReview

Acássia Costa Xavier[1]*

Carollina Dutra de Oliveira Coura*

Josenilton Gomes Vieira*

Larissa Emanuelle Cardoso Silva*

Leticia Gomes dos Santos*

Thais Neves de Abreu Duarte*

RESUMO

O presente artigo tem como objetivo, descrever a atuação do enfermeiro em intercorrências hemorrágicas no período puerperal, buscando compreender e explorar as estratégias de prevenção, intervenção e cuidados de enfermagem adotados a fim garantir a segurança e o bem-estar da puérpera. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. Foram utilizadas bases de dados eletrônicas, como MEDLINE, LILACS e BDENF, com descritores relacionados à hemorragia pós-parto, enfermeiro e cuidados de enfermagem. Os critérios de inclusão foram artigos disponíveis e publicados em português entre 2018 e 2022, que abordassem a atuação do enfermeiro em intercorrências hemorrágicas no período puerperal. Foram incluídos 13 artigos científicos que respondiam à questão norteadora. Os resultados foram apresentados em um quadro sinóptico, que incluiu informações como o ano de publicação, título, objetivos, tipo de estudo, classificação da revista, principais resultados, nível de evidência, método e conclusão dos artigos. A maioria dos artigos foi publicada entre 2020 e 2022. Em relação à atuação do enfermeiro, os artigos enfatizaram a necessidade de capacitação em serviço para lidar com intercorrências hemorrágicas, destacando seu papel na avaliação dos sinais vitais, mensuração da perda sanguínea, identificação da etiologia do sangramento, realização de exames e cuidados específicos, visando prevenir complicações e garantir a segurança da puérpera. Em suma, evidencia-se a importância da prevenção, intervenção e cuidados de enfermagem adequados para garantir a segurança e o bem-estar da puérpera.

Descritores: Enfermagem. Prática Avançada de Enfermagem. Hemorragia pós-parto. Cuidados de enfermagem.

ABSTRACT

This article aims to analyze the role of nurses in hemorrhagic complications in the puerperal period, seeking to understand and explore the prevention, intervention and nursing care strategies adopted in order to guarantee the safety and well-being of the puerperal woman. This is an integrative literature review. Electronicdatabaseswereused, such as MEDLINE, LILACS and BDENF, with descriptors related to postpartum hemorrhage, nurse and nursing care. Inclusion criteria were articles available and published in Portuguese between 2018 and 2022, which addressed the role of nurses in bleeding complications in the puerperal period. Thirteen scientific articles that answered the guiding question were included. The results were presented in a synoptic table, which included information such as the year of publication, title, objectives, type of study, journal classification, main results, level of evidence, method and conclusion of the articles. Most of the articles were published between 2020 and 2022. Regarding the role of nurses, the articles emphasized the need for in-service training to deal with bleeding complications, highlighting their role in assessing vital signs, measuring blood loss, identifying the etiology bleeding, carrying out tests and specific care, aiming to prevent complications and ensure the safety of the puerperal woman. In short, the importance of prevention, intervention and adequate nursing care is highlighted to guarantee the safety and well-being of the puerperal woman.

Descriptors: Nursing. Advanced Nursing Practice. Postpartum hemorrhage. Nursing care.

1 INTRODUÇÃO

O processo da gestação é historicamente um evento único e muito importante na vida da mulher, é uma fase intima e marcada por diversas transformações fisiológicas e emocionais. A partir dessas mudanças, algumas mulheres encontram-se mais preparadas para o momento gestatório, enquanto outras se mostram fragilizadas psicologicamente para viver a dinâmica do ciclo gravídico-puerperal. Destaca-se que é fundamental que os profissionais de saúde, envolvidos no cuidado com esta mulher, estejam capacitados para aplicar adequadamente a assistência necessária, pois determinados eventos podem ser traumáticos (FELIPE et al., 2020).

A fase puerperal pode acarretar riscos e o profissional precisa estar completamente capacitado para contribui significativamente juntamente a equipe multiprofissional para a redução dos agravos e evitar a mortalidade materna (VIEIRA et al., 2018).

No período pós-parto, podem ocorrer complicações para as puérperas, sendo uma dessas, a hemorragia pós-parto (HPP). Esse evento é considerado uma das principais causas de morte materna no Brasil e no mundo. É caracterizada pela perda excessiva de sangue via vaginal, com valor superior a 500 ml nas 24 horas após o parto. As perdas sanguíneas maiores de 1.000 ml são ainda mais preocupantes, pois podem ocasionar instabilidade hemodinâmica grave (VIEIRA et al., 2018).

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a hemorragia pós-parto (HPP) é a causa de aproximadamente 25% de todas as mortes de gestantes no mundo, sobretudo em países de baixa renda, além de ser responsável por grande parte das morbidades maternas graves, como internações hospitalares prolongadas, necessidade de transfusões sanguíneas e procedimentos cirúrgicos que podem levar à perda da função reprodutiva (ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE, 2014). No Brasil, as hemorragias constituem a segunda causa de morte materna, e a HPP contribui com 40,8% para o total das hemorragias obstétricas (SOUZA, et al., 2020).

Para realizar o manejo clínico adequado, o enfermeiro precisa reconhecer a HPP e identificar a etiologia do sangramento. Por ser responsável por 80% das hemorragias puerperais, a atonia uterina deve ser a primeira a ser checada. É importante destacar a “hora de ouro” em hemorragias puerperais, em que a equipe necessita localizar o local do sangramento dentro de 60 minutos após o seu diagnóstico, evitando o agravamento do quadro clínico, proporcionando maiores chances de reversão deste quadro e prevenindo a evolução para óbito materno (BRANGA, et al., 2022).

Salienta-se que o enfermeiro deve ter pleno conhecimento sobre a prevenção e resolução da HPP, a saber: avaliar sinais vitais e mensurar a perda sanguínea, apurar a etiologia do sangramento por meio dos 4Ts: Tônus (avaliar o útero e sua involução), Trombina (se a mãe tem problemas de coagulação), Tecido (se a mulher reteve algum pedaço da placenta) e Trauma (se houve episiotomia e lacerações). Manter acessos venosos periféricos calibrosos, pérvios e funcionantes (BRANGA, et al., 2022).

Em quadros severos deve-se, também, coletar gasometria, ofertar oxigênio, posicionar a paciente em Trendelemburg, realizar sondagem vesical após esvaziamento da bexiga, observar sinais de choque hipovolêmico, realizar palpação do útero, reavaliar canal do parto, coletar dados no prontuário ou com familiares sobre casos de coagulopatias, e manter o acompanhante informado (BRANGA et al., 2022).

Por meio desses cuidados básicos com a atuação efetiva realizada pelo enfermeiro e equipe de enfermagem, podem ser evidenciadas precocemente as hemorragias pós-parto, evitando assim, a evolução para choque hipovolêmico e a redução das mortes maternas e suas graves sequelas que pode acarretar à mulher (BRANGA, et al., 2022).

Este estudo justifica-se diante a relevância do que acomete muitas mulheres todos os anos, resultando em altos índices de mortalidade através de quadros hemorrágicos obstétricos. Acrescenta-se a importância de enfatizar assistência do profissional enfermeiro para com essas mulheres que se encontram em situação vulnerável. Considerando que esses devem possuir uma base prática e teórica de conhecimentos relacionados a essa temática e desfrutarem de habilidades técnicas para que possam proporcionar um atendimento seguro e eficaz (BRANGA, et al., 2022).

Dessa forma, este estudo teve como objetivo analisar a atuação do enfermeiro em intercorrências hemorrágicas no período puerperal, buscando compreender e explorar as estratégias de prevenção, intervenção e cuidados de enfermagem adotada para garantir a segurança e o bem-estar da puérpera. (BRANGA, et al.,2022).

2 MÉTODO

Trata-se de uma revisão integrativa da literatura que consiste na análise de pesquisas relevantes e na síntese do conhecimento sobre a “Atuação do enfermeiro em intercorrências hemorrágicas no período puerperal”, realizada através de bases de dados eletrônicas: Medical LiteratureAnalysisandRetrieval System Online (MEDLINE), Literatura Latino-Americana em Ciências da Saúde (LILACS), Base de Dados em Enfermagem (BDENF). Utilizaram-se os seguintes Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): “Hemorragia pós-parto”, “hemorragia pós-parto AND enfermeiro”; “Cuidados de enfermagem” AND “Enfermeiro”, “hemorragia pós-parto AND cuidados de Enfermagem”.

Adotaram-se como critérios de inclusão para este estudo: artigos disponíveis na íntegra e gratuitos; publicados no idioma em português e no recorte temporal de 2018 a 2022; estudos que ressaltassem a atuação do Enfermeiro em intercorrências hemorrágicas e os cuidados de enfermagem prestados a puérpera em hemorragias.

Os critérios de exclusão, definidos por sua vez, foram textos publicados indisponíveis na integra para consulta, pagos, estudos sobre hemorragias não puerperais. Assim como a indisponibilidade de recuperar a publicação na integra por meio de comutação e inadequado ao objetivo de estudo.

De acordo com descritores definidos, a busca resultou em 1.630 artigos. Posteriormente, realizou-se a leitura dos títulos e resumos dos artigos com o intuito de selecionar aqueles relacionados ao objeto de pesquisa. Obedecendo aos critérios de exclusão e inclusão estabelecidos, incluíram-se nesta revisão integrativa 13 artigos, conforme fluxograma a seguir indicado na figura 1.

Figura 1 - Fluxograma processo de sistematização dos artigos nas fontes de dados, Belo Horizonte, Minas Gerais, 2023.

Fonte: Elaborado pelos autores.

Criou-se um quadro sinóptico para a extração dos dados dos artigos, contendo os seguintes itens de análise: quantidade de artigos selecionados, o ano de publicação de cada estudo referido, título do mesmo, objetivos apresentados, o tipo do estudo, a classificação da revista em que estes foram publicados, os principais resultados, nível de evidencia, método, conclusão, link de acesso na integra.

3 RESULTADOS

A amostra final desta revisão foi constituída de 13 (treze) artigos científicos, selecionados pelos critérios de inclusão previamente estabelecidos. Construiu-se um quadro sinóptico com as principais informações deste estudo, conforme distribuído no Quadro 1.        A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) como resultado das avaliações, pública uma categorização dos artigos e eventos de cada esfera do conhecimento, facultando a cada caso (Revistas ou Anuais de Eventos), um “indicativo de qualidade”, em que o mais conceituado é o A1, seguido pelos consecutivos: A2; B1; B2; B3; B4; B5 e C, sendo que o último tem ônus zero. Anualmente o sistema Webqualis deixa disponível para consulta a classificação de periódicos, revistas e jornais por meio da plataforma sucupira (BARATA, 2016).

Podemos verificar que a maior frequência de artigos publicados foi na Revista de Enfermagem UFPE Online e Revista Feminina, sendo classificadas como Qualis B2 com um total de 3 publicações (23,8%) e Qualis B4 com um total de 2 publicações (15,38%). Em seguida, observamos quem foram mais frequentes dos artigos disponíveis nas revistas: Revista Enfermagem UFSM e Revisa com Qualis B1, J Vasc. Bras, Nursing São Paulo e Febrasgo Position Statement com Qualis B2, J. Health Biol. Sci. Online Qualis B3, Texto & Contexto EnfermQualis A2 e Rev. Bras. Ciênc. Saúde Qualis A2.

Em relação ao ano de publicação dos artigos, observou-se que 53.85% foram publicados entre 2020 a 2022, e 46.15% foram publicados entre os anos de 2018 e 2019. Verifica-se, portanto, que a maioria das publicações relacionadas ao tema érecente, o que mostra a evidência dos métodos supracitados sobre a atuação do enfermeiro nas intercorrências hemorrágicas no período puerperal

Quanto ao percurso metodológico, verificou-se com maior incidência estudos que se configuram no método de pesquisa integrativa (46.15%), seguido de revisão qualitativa de literatura que apresentaram (38.46%), em seguida estudo quantitativo e estudo de etiologia que apresentaram o mesmo percentual (7,69%).

 

Quadro 1 -QuadroSinóptico dos artigosincluídosnarevisãointegrativa, Belo Horizonte, Minas Gerais, 2023.

Artigo

Título

Ano

Objetivos

Tipo de Estudo

Revista

Qualis

Principais Resultados

Nível de Evidência

Autor

Link

1

Cuidados de

enfermeiros frente às hemorragias puerperais: revisão integrativa.

2022

Identificar os cuidados de enfermeiros frente às hemorragias puerperais disponíveis na literatura científica.

Revisão Integrativa de Literatura

Rev. Enferm. UFSM

B1

O estudo trouxe 31 cuidados para o manejo de HPP, expondo que esta pode ser
prevenida de diversas formas, principalmente, pelo enfermeiro e sua equipe, os quais podem
corroborar com o alcance da meta nacional e global em relação à redução dos índices de
mortalidade materna.

Quando relatada nos estudos,
trouxe a dificuldades dos enfermeiros em realizar esse manejo, sendo necessário fortalecer a
educação continuada dentro da equipe.

IV

Luana Branga.         Laís A Wilhelm. Jaqueline Arboit.    Carolina H Pilger.                 Graciela D Sehnem. Elaine L Martins.

https://docs.bvsalud.org/biblioref

/2022/10/1396962/45_70177_por.pdf

2

Balões de tamponamento intrauterino na hemorragia pós-parto – Atualizações.

2022

Este artigo descreve os principais balõesintrauterinos, com ênfase nos modelos mais novos, aplicabilidade, taxas de sucesso e eventos adversos.

Revisão Integrativa de Literatura

Rev.Feminina

B4

Os passos para o uso do BIU após o parto vaginal incluem, sequencialmente, antissepsia, sondagem vesical de demora, exposição (valvas) e pinçamento cervical, inserção do balão (manual ou com pinças; guiada ou não com ultrassonografia), fixação vaginal (compressas, sutura, clip ou pinça), infusão, antibioticoprofilaxia e ocitocina de manutenção.

IV

Melissa C Henrique. Álvaro L L Alves.
Andrezza V  B Lopes.

https://docs.bvsalud.org/biblioref/2023/02/1414425/femina-2022-5012-710-717.pdf

3

Rotura uterina: da suspeita ao tratamento

2022

Este artigo descreve sobre a rotura uterina, tratamento e como pode ser feito o diagnostico através de alguns possiveis exames ou acompanhamento médico.

Revisão Integrativa de Literatura

Rev.Feminina

B4

Como não existem critérios definitivos para o diagnóstico, vários métodos de imagem podem ser usados para avaliar a integridade da parede uterina e, assim, diagnosticar a istmocele.  Entretanto, a ultrassonografia transvaginal e a sono-histerografia com infusão salina surgem como métodos específicos, sensíveis e custo-efetivos para o diagnóstico.

VI

Francisco Edson de Lucena Feitosa.
Enzo Studart de Lucena Feitosa.

https://docs.bvsalud.org/biblioref/2022/10/1397894/femina-2022-509-568-571.pdf#:~:text=Rotura%20uterina%3A%20da%20suspeita%20ao%20tratamento.,(9)%3A568%2D71.&text=A%20rotura%20uterina%20durante%20a,elevada%20morbimortalidade%20materna%20e%20perinatal.

4

Avaliação da assistência de enfermagem na hemorragia pós-parto.

2018

Avaliar a assistência de enfermagem na hemorragia pós-parto.

Pesquisa qualitativa

Rev. Enferm. UFPE online

B2

Mostrou-se que todos os enfermeiros 28 (84,85%) referiram conhecer causas da hemorragia pós-parto; 23 (69,70%), as medidas preventivas; 24 (72,73%), as medidas de controle e 13 (39,39%) responderam que já atenderam algum caso de hemorragia, porém, 18 (54,55%) referiram que não há ações sistematizadas, instituídas no local de trabalho, para a prevenção.

VI

Solana N Vieira. Brenda A A Vidigal. Antônio S Inácio. Andréa de S do Norte. Milaine N G Vasconcelos.

https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/236179/30903

5

Cateterização profilática de artérias uterinas com oclusão temporária do fluxo sanguíneo em pacientes de alto risco para hemorragia puerperal: é uma técnica segura?

2019

Descrever uma série de casos de cateterização uterina profilática para evitar sangramento significativo no pós-parto ou durante parto cesárea em gestantes com diagnóstico prévio de acretismo.

Pesquisa quantitativo

J. Vasc. Bras

B2

O procedimento foi realizado em
14 pacientes.  Nenhuma paciente
necessitou de embolização. Não houve sangramento ou necessidade de reabordagem em nenhuma paciente e
nenhuma complicação relacionada à punção.

IV

Alexandre M Brandão. Selma R O Raymundo. Daniel Gmiquelin.  André R Miquelin. Fernando R Neto. Gabriela L da Silva. Heloisa A Galão.   Maria L L B Veloso.

https://www.jvascbras.org/article/10.1590/1677-5449.180134/pdf/jvb-18-e20180134.pdf

6

Prevenção e tratamento da hemorragia pós-parto.

2019

Identificar as evidências sobre a prevenção e o tratamento da hemorragia pós-parto em cuidados no campo da saúde.

Estudo de etiologia

Rev. Enferm. UFPE online

B2

Totalizaram-se 100 artigos identificou-se, nos   estudos   pesquisados, que      as      hemorragias      que      envolvem emergências obstétricas surgem em quatro aseis por cento dos partos, constituindo uma das principais causas de morte materna. Sabe-se que a principal etiologia é a atonia uterina seguida  de  lacerações  do  canal  de  parto, retenção  de  restos  placentários  e  distúrbios de     coagulação.

IV

Alves AL, Francisco AA, Osanan GC, Vieira LB

https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/238415/31165

7

Cuidados de enfermagem no período pós-parto: Um enfoque na atuação do enfermeiro diante as complicações puerperais.

2019

Apontar as principais complicações durante o puerpério e descrever os cuidados de enfermagem necessários frente à estas complicações.

Pesquisa qualitativa

Nursing (Säo Paulo)

B2

Ficou clara a necessidade de especialização na área onde atuam para assegurar uma assistência mais efetiva. Também ficou demostrado que a maioria das enfermeiras relatou que a principal ocorrência de complicações no pós-parto é a cefaleia pós-raquidiana seguida pela ferida operatória. Na perspectiva de evitar as complicações puerperais, as enfermeiras responderam que as orientações são uma importante forma de prevenções de complicações. .

IV

Teixeira, P.C.     Simões, M.M.D. Santanna, G.S. Teixeira, N.A.    Koeppe, G.B. Cerqueira, L.C.N.

https://www.revistanursing.com.br/index.php/revistanursing/article/view/452/426

8

A Atuação de Enfermeiros em Emergência no Período Puerperal.

2020

Identificar a conduta de enfermeiros perante uma emergência  no  período  puerperal.

Pesquisa qualitativa

Rev. Bras. Ciênc. Saúde

A3

Contribuiu para a produção científica, pois sugere que as gestões hospitalares necessitam apoiar as equipes de saúde que atuam em especificidades no ambiente hospitalar e também precisam desenvolver incentivos para a fixação dos profissionais nos setores. Dessa maneira, serão beneficiadas  a equipe profissional visto que ela terá sua organização refletida em eficiência, quanto  as  usuárias  que  são  assistidas,  com um atendimento mais humanizado e qualificado.

IV

Juliana Hartwig Caetano.              Celmira Lange. Fernanda dos Santos. Letícia P CasagrandaFilgueiras.          Marcos Aurélio Matos Lemões.                Marilu Corrêa Soares.

https://periodicos.ufpb.br/ojs2/index.php/rbcs/article/view/30300-p9/29841

9

Fatores assistenciais que influenciam nos altos índices de mortalidade materna por hemorragia puerperal

2020

Evidenciar os fatores relacionados a assistência no manejo da hemorragia pós-parto que contribuem para que esse agravo esteja entre as maiores causas de mortalidade materna.

Revisão Integrativa de Literatura

REVISA

B1

Torna-se imprescindível refletir quanto às dificuldades na aplicação de um manejo adequado da HPP, além de todas as consequências que essa intercorrência acarreta na vida dessas mulheres e de seus familiares, fatores esse que evidenciam a magnitude de um problema de saúde pública. Portanto, é inevitável que as políticas públicas, os profissionais de saúde, principalmente aqueles que prestam assistência na área da obstetrícia e os pesquisadores, tenham uma maior cautela em relação a HPP.

IV

Anna Carolina Caetano Felipe.                     Lívia Vieira Simões Ansaloni.                Mateus Vieira Martins. Maria Joeli de Sousa. Ricardo Ansaloni de Oliveira.

https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/biblio-1122997

10

Processo de enfermagem em centro obstétrico: Perspectiva dos enfermeiros

2018

Apreender a percepção de enfermeiros sobre o Processo de Enfermagem e o modelo de histórico de enfermagem realizado com a gestante/parturiente no centro obstétrico de um hospital do sul do Brasil.

Pesquisa qualitativa

Texto & Contexto Enferm.

A2

O protocolo de Enfermagem é um método sistematizado que norteia uma assistência de enfermagem segura e individualizada à gestante /parturiente. No entanto, eles destacam que a implementação do PE apresenta limitações que devem ser aprimoradas ,como a capacitação permanente, o  adequado incremento de recursos humanos e a informatização  do processo .

VI

Tarciany F Fraga.
Eliane Matos.
Roberta Costa.
Nádia Chiodelli Salum.
Isabel C A Maliska.

https://pesquisa.bvsalud.org/controlecancer/resource/pt/biblio-962974?src=similardocs

11

Hemorragia pós-parto: prevenção, diagnóstico e manejo não cirúrgico.

2020

O objetivo desse estudo foi analisar as evidências científicas acerca do diagnóstico, prevenção e manejo não cirúrgico da hemorragia pós parto.

Revisão Integrativa de Literatura

FEBRASGO POSITION STATEMENT

B2

A Comissão Nacional Especializada em Urgências Obstétricas da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) referenda este documento. A produção do conteúdo baseia-se em evidências científicas sobre a temática proposta e os resultados apresentados contribuem para a prática clínica.

IV

Alves AL.        Francisco AA.    Osanan GC.           Vieira LB

https://docs.bvsalud.org/biblioref/2020/12/1140183/femina-2020-4811-671-679.pdf

12

Integralidade do cuidado de enfermagem do pré-natal ao puerpério.

2021

Compreender a integralidade do cuidado de enfermagem do pré-natal ao puerpério.

Pesquisa qualitativa

J. Health Biol. Sci. (Online)

B3

A mulher, no tocante à sua integralidade durante o ciclo do pré-natal ao puerpério, obteve um cuidado com o foco biológico, surgindo a família Como um apoio para os aspectos emocionais. O enfermeiro é o profissional responsável pela criação da confiabilidade da gestante e família, durante o momento do pré-natal até o puerpério.

IV

Beatriz A Ferreira. Elizabeth M da Silva. Adriano da C Belarmino.          Rosana G  F
M Franco .          Isabelle C N Sombra. Alisson S F de Freitas.

https://periodicos.unichristus.edu.br/jhbs/article/view/3995/1481

13

Fatores determinantes dos cuidados de enfermagem no processo de parturição.

2019

O objetivo desse estudo foi analisar as evidências científicas acerca dos fatores que determinam os cuidados de Enfermagem à mulher em processo de parturição.

Revisão Integrativa de Literatura

Revista de Enfermagem UFPE online.

B2

Os autores identificaram quatro categorias de fatores determinantes para o cuidado de enfermagem durante a parturição: relação profissional/parturiente, valorização/inclusão do acompanhante, condições do ambiente e fatores pautados em técnicas assistenciais. Eles destacaram que a atenção a esses fatores pode melhorar a qualidade do cuidado de enfermagem durante a parturição.

VI

Adriana A Piler.   Marilene L Wall.       Juliane D Aldrighi. Silvana R R K Souza.   Tatiane H Trigueiro.             Larissa de O Peripolli.

https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaenfermagem/article/view/236515/31154

Fonte: Elaborado pelos autores.

De maneira didática, distribuímos a análise deste estudo em categorias analíticas para fim de determinar uma linha de apresentação dos achados desta revisão, estas foram: Intercorrências hemorrágicas no período puerperal, Atuação do Enfermeiro em intercorrências hemorrágicas e Cuidados de enfermagem prestados a puérpera em hemorragias.  

3.1 Intercorrências hemorrágicas no período puerperal

Existem diversas complicações decorrentes do parto que podem acometer a mulher no puerpério, por alterações fisiológicas no corpo da paciente. E há gestantes que têm maior possibilidade de desenvolver agravos, por isso é importante conhecer a diferença de uma gestante de baixo e de alto risco, e o que este fenômeno acarreta ao puerpério (TEIXEIRA et al., 2019).

Entende-se que a gestante de baixo risco não apresenta complicações gestacionais, ou então, não desenvolveu nenhuma complicação. Já as gestantes de alto risco são as que apresentam agravos concomitantes do período gestacional (síndromes hipertensivas, hemorragias na gestação, disfunções nutricionais, entre outros), extremos de idade (< 16 anos e > 40 anos) e ou patologias prévias à gestação - diabetes, disfunções vasculares, endometriose, entre outros (TEIXEIRA et al., 2019).

A complicação mais grave e responsável pelo maior número de óbitos, no Brasil é a hemorragia puerperal, ressalta-se as seguintes, atonia uterina, coagulopatias, ruptura uterina e, especialmente, defeitos na implantação placentária (placenta prévia ou acreta). Para fins clínicos, qualquer perda de sangue capaz de produzir instabilidade hemodinâmica deve ser considerada HPP (TEIXEIRA et al., 2019).

A hemorragia e suas repercussões clínicas, pode ser prevenida pela cateterização profilática das artérias uterinas, com ou sem embolização, que vem sendo cada vez mais empregada. A embolização uterina tem sido continuamente adotada no tratamento do sangramento pós-parto, apontada como uma técnica segura. Indica-se que a cateterização das artérias uterinas e sua oclusão temporária por meio de balão endovascular tenha valia na propedêutica de pacientes de alto risco para sangramento (HENRIQUE et al.,2022).

O diagnóstico e prevenção das intercorrências são feitas através do acompanhamento do pré-natal até a hora do parto com boas práticas de assistência e com rotina de exames e consultas durante a gestação a fim de evitar problemas futuros durante a gravidez e parto (HENRIQUE et al., 2022).

De acordo com os estudos analisados, todos dissertam a prevenção e o manejo da hemorragia pós-parto (HPP), embora cada artigo expõe um aspecto específico da atuação do enfermeiro, é possível inferir que todos os autores convergem para a importância do papel desse profissional na prevenção e no controle das intercorrências hemorrágicas no pós-parto (FRAGA et al., 2018).

3.2 Atuação do Enfermeiro em intercorrências hemorrágicas

Os estudos corroboram que nas HPP, cuidados significativos devem ser adotados conforme a necessidade da puérpera como, avaliação do fundo uterino, tônus muscular, secreções vaginais, sangramentos, hematomas perineais, coágulos, monitoramento    do    enchimento capilar, sinais   vitais, valores   do   nível   de hemoglobina e hematócrito, monitoramento da ingestão de líquidos e débito urinário (OLIVEIRA; DAVIM, 2019).

 O enfermeiro deve traçar estratégias para a gestante no período em que ela permanece na maternidade, visando identificar os riscos do parto (FRAGA et al., 2018).

Além disso, os enfermeiros precisam estar capacitados e atualizados em relação às medidas preventivas e de controle da HPP. Por conseguinte, visando melhorar a assistência e a profilaxia do quadro hemorrágico, é necessário o desenvolvimento de protocolos operacionais padrões, unificando e nivelando a assistência, além de capacitação da equipe de saúde (FERREIRA et al.,2021).

Paralelo a isso, é importante refletir sobre as dificuldades na aplicação de um manejo adequado da HPP e buscar incentivos para a fixação e implementação de profissionais qualificados, com o objetivo de gerar um atendimento mais humanizado e qualificado. Dessa forma, pode-se perceber a incipiência de artigos científicos publicados sobre revisão integrativa, uma vez que se trata de uma metodologia enraizada na Prática Baseada em Evidências (PBE) (FERREIRA et al., 2021).

O enfermeiro é o profissional fundamental para efetuar a assistência à puérpera através de um pré-natal qualificado, onde traça estratégias de promoção à saúde, prevenção e humanização juntamente com a gestante e a família, cuidando das necessidades identificadas e proporcionando redução de riscos gestacionais (FERREIRA et al., 2021).

3.3 Cuidados de enfermagem prestados a puérpera em hemorragias

 O papel da equipe de enfermagem engloba planejar, organizar e encaminhar situações de risco obstétrico. Trabalhar com promoção, prevenção e reabilitação das pacientes. É fundamental a promoção de ações educativas realizadas pela equipe de enfermagem, pautado na humanização do atendimento, fornecendo a parturiente métodos eficazes de adaptação e acareação a maternidade, impulsionando a superação de dificuldades (OLIVEIRA; DAVIM 2019).

Demanda-se da   equipe   que   presta assistência   a mulher   no   pré-parto, parto e   pós-parto, capacitação e gerenciamento das ações do cuidar, promovendo a saúde e prevenindo doenças (OLIVEIRA; DAVIM 2019).

Neste sentido, a OMS (2014) traz que os cuidados pré-natais constituem um meio importante para organização dos cuidados em saúde, promoção de saúde, rastreio, diagnóstico e prevenção de doenças.

Por meio destes cuidados, é possível estabelecer uma comunicação efetiva com as gestantes sobre suas diversas dimensões, fisiológicas, biomédicas, comportamentais, sociais e culturais. As experiências positivas das mulheres durante este período podem constituir uma base para uma maternidade saudável (PAES, et al. 2022).

Mendes et al., (2022) e Gusmão et al., (2022) corroboram entre si sobre o assunto Cuidados de enfermagem prestados a puérpera em hemorragias, onde foi observado a dificuldade de identificação e tomada de decisão para o tratamento adequado pelos profissionais de saúde quando estas mulheres conseguem alcançar o nível de complexidade. As síndromes hemorrágicas e hipertensivas foram as principais Condições Potencialmente Ameaçadoras à Vida (CPAV) identificadas. Estes distúrbios são as principais condições que contribuem para a morbidade materna grave (MMG) em países de baixa e média renda. Essas tendências convergem com a tendência de causas de mortalidade materna, ressaltando a importância de estudos sobre a MMG.

Além disso, é fundamental que o enfermeiro esteja plenamente familiarizado com o checklist para prevenção e resolução da HPP, que inclui as seguintes medidas: avaliar os sinais vitais e quantificar a perda de sangue, investigar a causa do sangramento utilizando o método dos 4Ts. Também é necessário realizar a punção de dois acessos venosos periféricos de calibre adequado. Em casos graves, também é preciso realizar a coleta de gasometria, fornecer oxigênio, posicionar a paciente em Trendelenburg, realizar sondagem vesical após esvaziamento da bexiga, observar sinais de choque hipovolêmico, realizar a palpação uterina, reavaliar o canal de parto, obter informações no prontuário ou com familiares sobre histórico de distúrbios de coagulação e manter o acompanhante informado (BRANGA et al., 2022).

4 DISCUSSÃO

Buscou-se destacar a importância de identificar precocemente possíveis complicações do período gravídico. Com um manejo adequado, é possível evidenciar a importância da capacitação dos enfermeiros, bem como conhecimentos técnicos e científicos o profissional contribui significativamente de forma segura e precisa com ajuda da equipe multidisciplinar (MEDEIROS et al., 2022).

A discussão ressalta a importância de protocolos operacionais padrões, unificando e nivelando a assistência, além da capacitação da equipe de saúde, para aprimorar a assistência e a profilaxia das intercorrências hemorrágicas no período puerperal e enfatiza a necessidade de incentivos para a fixação e implementação de profissionais qualificados, a fim de promover um atendimento mais humanizado e de qualidade (RODRIGUES et al., 2022).

Os autores Medeiros et al., (2022) e Santos et al., (2017) concordam que no cenário atual os enfermeiros devem prestar uma assistência de cuidados avançados. Os estudos citados evidenciam fragilidades assistenciais. Ao considerar o planejamento das ações como instrumento de gestão, o qual permite a tomada de decisão sobre prioridades que podem interferir diretamente na organização dos serviços em saúde, pondera-se a gestão do serviço como elemento fundamental.

Considera-se imprescindível a educação permanente para o aperfeiçoamento profissional das ações em saúde, estratégia o processo de trabalho como manejo clínico adequado, assim evitando o agravamento do quadro clínico, redução da mortalidade materna (MEDEIROS et al.,2022).

Pode-se dizer que os autores, Paes et al., (2022), e Pasala (2022) concordam que as intercorrências hemorrágicas no período puerperal podem ser evitadas com o manejo medicamentoso correto que é um dos fatores que proporcionam esta assistência de qualidade. A primeira medida é comunicar a equipe que irá assistir a mulher e monitorá-la de forma contínua. Caso a hemorragia puerperal seja classificada como menor (500ml a 1.000ml) e não houver sinais de choque, a equipe deve iniciar as intervenções com um acesso venoso periférico e infusão de até 2L de SF 0,9% ou Ringer Lactato. É preciso que a equipe tenha o controle rápido do sangramento e da restauração da perfusão tecidual, essa estratégia de tratamento do choque hemorrágico tem como objetivo a abordagem antecedente da coagulopatia e da hipotermia nas pacientes.

Pinto et al., (2022) e Gusmão et al., (2022) convergem entre si sobre o assunto Cuidados de enfermagem prestados a puérpera em hemorragias, que a prevenção dos quadros hemorrágicos pós-parto tem início durante a gestação durante a assistência do pré-natal. É necessário que o profissional identifique os fatores de risco que indicam uma predisposição da paciente a progredir para uma hemorragia pós-parto e que se faça as intervenções necessárias afim de se evitar esse quadro.

Portanto, o cuidado à parturiente durante o parto e o puerpério, não deve ser reduzido apenas à técnicas e procedimentos, mas abranger acima de tudo, ações de promoção à saúde, além de tratar de forma adequada problemas que ocorrem antes, durante e após o parto (PINTO et al., 2022).

Os cuidados de enfermagem são fundamentais à saúde das puérperas, contudo, cabe a ele promover a adoção de protocolos e condutas em casos de hemorragia pós-parto com outros profissionais da equipe assistencial, alinhar e ofertar educação continuada sobre as habilidades específicas e expandir estratégias a fim de aprimorar a abordagem precoce e reduzir as taxas de morte materna pela HPP (MENDES et al., 2022).

Quanto aos desfechos desse estudo ficou claro que os autores convergem entre si onde foi observado que de acordo com os objetivos estabelecidos nesse estudo, é possível destacar a relevância da atuação do enfermeiro na prevenção e manejo das intercorrências hemorrágicas no período puerperal. Por meio do pré-natal de qualidade, da capacitação profissional e do estabelecimento de protocolos adequados, é possível reduzir os riscos de complicações e melhorar os desfechos para as puérperas, contribuindo para a diminuição da morbimortalidade materna relacionada à hemorragia pós-parto (MENDES et al., 2022).

5 CONCLUSÃO

O estudo mostrou a importância da prevenção, intervenção e cuidados de enfermagem em intercorrências hemorrágicas puerperais, expondo que pode ser prevenida de diversas formas, principalmente, pelo enfermeiro e sua equipe, os quais podem corroborar com o alcance da meta nacional e global de redução dos índices de mortalidade materna.

Envolve a avaliação adequada dos sinais e sintomas, a identificação precoce da causa do sangramento e a realização de medidas terapêuticas eficazes, como o controle da atonia uterina e a administração de medicamentos para promover a contração uterina.

A seleção de artigos se limitou a publicações em português entre 2018 e 2023, o que pode ter excluído estudos relevantes em outros idiomas ou períodos anteriores. Além disso, a revisão integrativa depende da qualidade e disponibilidade dos estudos selecionados, o que pode influenciar a generalização dos resultados.

No entanto, os resultados desta pesquisa enfatizaram a importância da temática abordada, destacando a necessidade de fortalecer os cuidados básicos, como a verificação dos sinais vitais, que são essenciais para os enfermeiros. Além disso, revelou lacunas científicas em relação à atualização dos cuidados para lidar com a HPP, evidenciando também novas tecnologias para o manejo da hemorragia que ainda não foram mencionadas em publicações brasileiras.

Além disso, este estudo tem o potencial de contribuir para o desenvolvimento de novos protocolos e melhorar a assistência prestada pelo enfermeiro e sua equipe em relação à HPP. Também pode auxiliar no ensino, garantindo que profissionais em formação tenham acesso a esse conhecimento e compreendam a importância da enfermagem na prevenção desse evento.

        

REFERÊNCIAS

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[1]*Graduandos do curso de Enfermagem do Centro Universitário UNA.