CONHECIMENTO DE NUTRIZES SOBRE OBSTRUÇÃO DE VIAS RESPIRATÓRIAS DO LACTENTE RELACIONADO AO ALEITAMENTO MATERNO
KNOWLEDGE OF NURSING MOTHERS ABOUT INFANT AIRWAY OBSTRUCTION RELATED TO BREASTFEEDING
CONOCIMIENTO DE LAS MADRES LACTANTES SOBRE LA OBSTRUCCIÓN DE LAS VIAS RESPIRATORIAS DEL LACTANTE RELACIONADO COM LA LACTANCIA MATERNA
Sylvia Katharine Lopes Araújo. Enfermeira e Residente em Enfermagem Obstétrica pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (FEPECS). Brasília (DF). ORCID: 0009-0002-9409-2681, http://lattes.cnpq.br/8023363072756273.
Débora Cristina Charallo Carvalho. Enfermeira e Neonatologista, Mestre em Direitos Humanos, Cidadania e Violência, Preceptora do Programa de Residência de Enfermagem Obstétrica da Fundação de Ensino em Pesquisa em Ciências da Saúde (FEPECS) e Docente da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS). Brasília (DF). ORCID: 0009-0003-2957-2088, http://lattes.cnpq.br/3236496708303309.
RESUMO
OBJETIVO: Identificar o conhecimento das puérperas sobre obstrução de vias respiratórias do lactente relacionado ao aleitamento materno. MÉTODO: Trata-se de um estudo transversal descritivo de abordagem quantitativa, que visa descrever, registrar, verificar dados de uma certa população ou amostra. RESULTADO: Os resultados desta amostra, demostram que em sua maioria, as puérperas possuem conhecimento e habilidades relevantes frente a uma situação de engasgo com bebês, assim como também sabem identificar os sinais de engasgos. CONCLUSÃO: Este estudo permitiu a análise de como é importante obter conhecimento sobre o que fazer quando uma mãe se encontra frente a uma situação de engasgo com bebês, além da importância de identificar os sinais de engasgo.
DESCRITORES: Aleitamento materno; Educação em saúde; Engasgo; Lactente; Maternidades.
INTRODUÇÃO
A asfixia é apontada como um acidente extremo sendo uma das principais causas de morbimortalidade no Brasil em crianças menores de 3 anos de idade(1-2). O engasgo ocorre quando uma criança ou adulto leva um corpo estranho até a boca, podendo entrar pela via respiratória, condição esta que pode apresentar maior risco quando é aspirado líquido ou objeto, que chegando aos pulmões, poderá levar a possíveis infecções, ou até mesmo a asfixia(3-4). A aspiração de corpo estranho ou engasgo, pode acarretar em um bloqueio da via respiratória podendo ser fatal se não forem feitas intervenções imediatas para salvar a vida da vítima, podendo esta situação ocorrer em qualquer fase da vida(4).
Sabemos que o aleitamento é um fator importante nos primeiro 6 meses de vida de um bebê, pois além de ofertar proteção imunológica, garante também nutrientes adequados para esses lactentes, além de melhorar no desenvolvimento infantil e redução de custos de saúde através da amamentação, promove o vínculo mãe e bebê(5).
Dados da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), mostram que o Brasil ocupa o 3º lugar no ranking de mortes de crianças vítimas de engasgo, motivo esse que leva a morte todos os dias de 15 crianças menores de 1 ano de idade. Uma das principais causas que levam a esta condição é o leite materno, pois a amamentação inadequada, por exemplo, contribui para que esta situação ocorra(6).
Pesquisas recentes comprovam que muitas puérperas não possuem domínio na prevenção de engasgos com seus bebês, o que torna necessário a implementação de intervenções educativas relacionadas a este assunto(7).
Existem 3 estágios em que a asfixia é classificada, sendo que o primeiro estágio é identificado por meio da tosse e dificuldade respiratória após a aspiração de corpo estranho. Já o segundo estágio é assintomático e o terceiro estágio é onde as complicações acontecem e já se encontram instaladas, como por exemplo, estenose subglótica(1, 8). Em se tratando de sinais e sintomas, as vítimas com obstrução parcial podem apresentar tosse, disfonia e dispneia. Em caso de uma obstrução completa há um desconforto respiratório intenso em que a vítima ficará cianótica, podendo chegar a uma parada cardiorrespiratória e até mesmo à morte(8).
Os casos de asfixia ou engasgos que acontecem com recém-nascidos, está relacionado devido a deglutição ainda não estar muito bem desenvolvida nesta idade, assim como também a falta de dentes, e até mesmo a laringe onde há algumas falhas de fechamento da mesma, contribuem para que o recém-nascido apresente esses fatores de risco que levam a eventos rotineiros de regurgitação do leite, o que consequentemente ocasionará em episódios de engasgo(4, 9-10).
A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) orienta que a manobra de desobstrução de corpo estranho (CE) não deve ser realizada em crianças menores de 1 ano que experienciam engasgos com líquidos, pois neste caso não há a presença de um corpo estranho sólido, já que o líquido não provoca obstrução completa das vias aéreas(11).
Quando o bebê tem uma falha no mecanismo de proteção da via aérea durante a deglutição, ele pode aspirar o leite, o que pode levá-lo aos pulmões (qualquer líquido que entra nos pulmões não será removido com manobras de desobstrução de corpos estranhos sólidos). Bebês apresentam o reflexo de engasgo mais acentuado, tossindo ou vomitando. Podem também sofrer de “perda de fôlego” quando o palato mole fecha a via aérea, causando uma apneia temporária da deglutição, mecanismo que evita que o líquido entre nas vias aéreas. Neste caso, as manobras de desobstrução não devem ser aplicadas(11).
Caso o seu bebê engasgar com o leite, deve-se remover qualquer excesso visível da boca dele, colocá-lo na posição vertical e observar. A partir disso podem ocorrer três situações:
Se o bebê não retomar a respiração e perder a consciência, chame ajuda imediatamente e inicie as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) sem demora(11).
Desse modo, é de fundamental importância, que os pais e até mesmo outros familiares e ou pessoas que fazem parte do crescimento e desenvolvimento do neonato, saberem de alguns cuidados frente a uma situação de engasgo com o recém-nascido(4).
Logo, se faz necessário, não somente capacitar os profissionais de saúde, como também é de suma importância capacitar e preparar as mães e familiares, pois a falta de conhecimento frente a uma situação de emergência, poderá não ter um bom desfecho para o lactente(3, 12-13). Por esta razão, a equipe de enfermagem tem um papel fundamental para que as puérperas sejam capacitadas, preparadas e orientadas, e que estas, estejam envolvidas neste processo de aprendizagem acerca da prevenção de engasgos com o neonato desde o pré-natal. Muitas mães em situações em que se deparam com o seu bebê engasgado, não sabem como proceder ou quais procedimentos devem ser realizados nesse momento crucial(4, 14-17).
Portanto, a equipe de enfermagem deverá passar as informações de forma clara e objetiva, transferindo uma linguagem de fácil entendimento, para que assim, a comunicação seja efetiva a fim de não existirem falhas na comunicação e dúvidas em relação ao assunto(3, 18-19).
Considerando o que foi apresentado, surge o seguinte questionamento: As puérperas têm conhecimento adequado sobre os riscos e formas de prevenção da obstrução das vias respiratórias do lactente durante a amamentação?
Logo, este estudo tem como objetivo identificar o conhecimento das puérperas sobre obstrução de vias respiratórias do lactente relacionado ao aleitamento materno. A justificativa para a realização deste estudo reside na importância de compreender o nível de conscientização das nutrizes sobre os riscos de obstrução respiratória durante a amamentação. Tal avaliação é essencial para orientar estratégias de educação em saúde, com o intuito de reduzir a ocorrência de episódios de obstrução respiratória em lactentes, promovendo assim a segurança e a eficácia do processo de amamentação.
MÉTODO
Trata-se de um estudo transversal descritivo de abordagem quantitativa, que visa descrever, registrar, verificar dados de uma certa população ou amostra(20), o que incluem vantagens como o baixo custo, rapidez e menor risco de perdas sem necessidade de acompanhamento(21).
Foi realizada uma pesquisa de campo através de questionário com perguntas objetivas e fechadas, elaboradas pelas pesquisadoras, com o objetivo de obter informações e/ou conhecimento sobre variáveis(20), dentre elas como: escolaridade, faixa etária, pesquisas na internet sobre como socorrer um bebê engasgado, se durante o pré-natal participou de alguma palestra envolvendo este assunto, se a puérpera acha importante aprender sobre o assunto, se a mesma sabe desengasgar seu bebê e se sabe identificar sinais que o lactente apresenta quando está engasgado.
Para a análise de dados dessas variáveis quantitativas, utilizou-se o Software Statitical Package for the Social Science (SPSS), a partir da estatística descritiva por frequencia absoluta, média, mediana e desvio padrão.
Esta pesquisa foi realizada no Hospital Regional do Gama no Distrito Federal, no período de dezembro de 2024 a janeiro de 2025, com puérperas que se encontravam internadas em Alojamento Conjunto (ALCON) deste mesmo hospital. A população deste estudo foi composta por 90 puérperas. Todos os dados foram coletados pela pesquisadora, com tempo médio de duração para preenchimento do instrumento de 15 minutos.
Os riscos deste estudo podem ser recorrentes por não possuir conhecimento suficiente sobre como prevenir obstrução respiratória; interpretação errônea dos sintomas, podem gerar desconforto sobre sua escolaridade, medo, julgamentos ou preocupações éticas, afetando a disposição delas em colaborar com a qualidade dos dados fornecidos. Para evitar tais riscos, foi utilizada linguagem clara e acessível nos questionários, sem uso de jargões técnicos, foi informado a elas que todas as informações da coleta de dados serão mantidas em sigilo, assim como a identidade delas será protegida, além disso, foram informadas que o objetivo é entender o nível de conhecimento e fornecer dados que possam beneficiar mães e bebês, e não avaliar ou julgar suas práticas de aleitamento, reforçar que não há respostas "certas" ou "erradas".
A pesquisa teve início após a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde – CEP/FEPECS sob o parecer de nº 7.246.745 e o Certificado de Apresentação para Apreciação Ética (CAAE) de nº 83531024.1.0000.5533. A primeira etapa do estudo se deu com a apresentação e assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) das participantes, assegurando as puérperas o direito de se retirar em qualquer etapa do estudo.
Os critérios de inclusão foram puérperas que estavam em fase de amamentação, responsáveis por lactentes; puérperas que estevam amamentando ativamente, seja com aleitamento materno exclusivo ou complementar; nutrizes que tinham tempo e disponibilidade para responder ao questionário e concordância em participar da pesquisa, nutrizes que compreendiam o idioma em que a pesquisa seria conduzida (por exemplo, português), para garantir que as participantes compreendessem as perguntas e informações fornecidas.
Foram excluídas deste estudo, puérperas que não estavam amamentando seus filhos no período da pesquisa; mães de lactentes com condições de saúde específicas: nutrizes cujos filhos tenham condições de saúde que afetavam diretamente a alimentação e o sistema respiratório, como doenças respiratórias crônicas ou alterações anatômicas nas vias respiratórias, pois essas condições poderiam interferir na compreensão e nas práticas de aleitamento; nutrizes que não tinham disponibilidade para responder ao questionário, pois poderiam comprometer a coleta de dados completa e a representatividade da amostra; nutrizes que não compreendiam o idioma em que a pesquisa era conduzida, afim de evitar mal-entendidos e garantir a precisão das respostas e puérperas que apresentavam alguma deficiência auditiva, visual ou cognitiva.
RESULTADO
Em relação à média da escolaridade, em uma escala de 1 a 5, é de 3,71 o que indica que a maioria das participantes possui ensino médio completo ou ensino superior completo. Já a mediana confirma que a maioria das puérperas possuem ensino médio completo. O desvio padrão sugere uma dispersão moderada, com variação dos níveis de escolaridade.
De acordo com a faixa etária, a média das participantes é de aproximadamente 28,36 anos, o que indica que essa amostra é composta predominantemente por adultos jovens. A mediana sugere que metade das participantes tem menos de 23,5 anos reforçando a predominância de jovens desta população. Já o desvio padrão indica uma dispersão moderada nas idades, com variação entre as participantes. A tabela 1 detalha esses dados.
Tabela 1. Variáveis sociodemográficas. Brasília, Distrito Federal, Brasil, 2024-2025.
Escolaridade | Frequência Absoluta | Média | Mediana | Desvio Padrão |
Ensino fundamental completo Ensino fundamental incompleto Ensino médio completo Ensino médio incompleto Ensino superior completo Ensino superior incompleto | 7 6 49 11 17 0 | 3,71 | 4 | 1,067 |
Faixa Etária | Frequência Absoluta | Média | Mediana | Desvio Padrão |
18-29 anos 30-40 anos | 52 38 | 28,36 anos | 23,5 Anos | 5,68 anos |
Fonte: Dados da Pesquisa.
No que se refere à pesquisa na internet, 67,78% das puérperas pesquisaram sobre o assunto, isso mostra que esta ferramenta é uma importante fonte de informação para sua maioria, o que confirma com o resultado da mediana. O desvio padrão implica que há alguma variação no uso da internet como fonte de informação.
Sobre a participação de palestras durante o pré-natal, apenas 7,78% relataram ter participado de uma palestra, sugerindo, portanto, que a maioria não teve acesso ou não participou de atividades educativas voltadas para este tema, o que confirma com o resulta da mediana mostrando que a maioria não participou de palestras sobre este assunto, indicando um desvio padrão baixo em que os dados desta amostra estão concentrados em torno da média, com pouca variação.
A respeito sobre a importância de aprender sobre o assunto, quase todas as participantes, 98,89%, consideram importante aprender sobre o tema de engasgos com bebês, o que reflete em uma atitude positiva em relação a busca e à aquisição de conhecimento, o que confirma com o valor da mediana, já que a maioria das puérperas, valoriza o aprendizado. O desvio padrão indica que há consenso quase que unânime sobre a importância do aprender.
Quanto a saber identificar os sinais de engasgo, 67,78% das puérperas sabem identificar os sinais, o que confirma com o resultado da mediana em que essas participantes possuem habilidades para tal. O desvio padrão é baixo, indicando que os dados estão próximos da média e que há consistência no conhecimento sobre este assunto. Esses resultados podem ser visualizados na tabela 2, a seguir.
Tabela 2. Variáveis de conhecimento sobre o tema. Brasília, Distrito Federal, Brasil, 2024-2025.
Já pesquisou na internet sobre como socorrer um bebê engasgado? | Frequência Absoluta | Média | Mediana | Desvio Padrão |
Sim Não | 61 29 | 0,6778 | 1 | 0,4673 |
Durante o pré-natal, participou de alguma palestra que o tema do assunto foi sobre engasgo com bebê? | Frequência Absoluta | Média | Mediana | Desvio Padrão |
Sim Não | 7 83 | 0,0778 | 0 | 0,268 |
Acha importante aprender sobre este assunto já que não obteve informações durante o pré-natal? | Frequência Absoluta | Média | Mediana | Desvio Padrão |
Sim Não | 89 1 | 0,9889 | 1 | 0,1048 |
Sabe o que fazer para desengasgar o seu bebê? | Frequência Absoluta | Média | Mediana | Desvio Padrão |
Sim Não | 58 32 | 0,6444 | 1 | 0,4787 |
Sabe identificar os sinais que um bebê apresenta quando está engasgado? | Frequência Absoluta | Média | Mediana | Desvio Padrão |
Sim Não | 61 29 | 0,6778 | 1 | 0,4673 |
Fonte: Dados da Pesquisa.
DISCUSSÃO
No que concerne sobre o que fazer mediante uma situação de engasgo, 64,44% dessas participantes sabem desengasgar o seu bebê. Isso mostra que a maioria dessas puérperas dessa amostra possui conhecimento e habilidade sobre este assunto. O que confirma na mediana que mais da metade dessas mulheres sabem desengasgar o seu bebê. Já o desvio padrão indica uma certa homogeneidade no conhecimento sobre o tema.
O perfil desta entrevista neste presente estudo, mostra que em sua maioria, a amostra é composta principalmente por jovens adultas, com escolaridade variadas, predominando as que possuem ensino médio completo. Os resultados desta amostra, demostram que em sua maioria, as puérperas possuem conhecimento e habilidades relevantes frente a uma situação de engasgo com bebês, assim como também sabem identificar os sinais de engasgos, isso implicam que essas participantes prezam pela busca do conhecimento e aprendizado.
Em relação a participação das palestras, neste estudo notou-se que foi muito baixa, portanto, é necessário adotar intervenções direcionadas sobre este tema, quer sejam educativas e/ou práticas ainda no pré-natal, enquanto internadas nos alojamentos conjuntos (Alcon) e/ou maternidades e até mesmo na primeira consulta puerperal dessas mulheres.
Já por outro lado, a internet mostrou-se forte aliada como importante ferramenta na busca de conhecimento sobre este assunto. A tecnologia pode ser então, uma forte aliada na propagação de conhecimento seguro e acessível e no que tange a respeito de desempenhar um papel importante na educação em saúde.
CONCLUSÃO
Este estudo permitiu a análise de como é importante obter conhecimento sobre o que fazer quando uma mãe se encontra frente a uma situação de engasgo com bebês, além da importância de identificar os sinais de engasgo. Vale ressaltar, que apenas 7,78% das participantes receberam orientações sobre este assunto no pré-natal e 67,78% procuraram informações na internet. Logo se percebe, que mais da metade destas puérperas procuraram saber deste assunto através da internet, pois os profissionais de saúde, detentores de conhecimento, não compartilham e não capacitam essas mães, principalmente as primíparas, que tanto demostram um interesse maior em aprender sobre este assunto, já que em sua maioria acham importante sobre tal conhecimento.
Sendo assim, torna-se necessário capacitar os profissionais de saúde, incluir familiares desta gestante, incorporar este assunto nos pré-natais, em cursos ou em rodas de conversas com gestantes, no pós-parto, afim de orientar essa mulheres o que se deve fazer e não fazer diante de uma situação de engasgo, quando iniciar as manobras de reanimação, quando chamar o serviço de emergência, pois surgindo esses eventos, essa mãe ou esse familiar saberá agir de forma rápida e segura, aumentado portanto, a sobrevida deste lactente.
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