IMPLANTE DE MARCAPASSO EM PACIENTES IDOSOS: CUIDADOS PÓS ALTA HOSPITALAR
PACEMAKER IMPLANTATION IN ELDERLY PATIENTS: POST-HOSPITAL ISCHARGE CARE
IMPLANTACIÓN DE MARCAPASOS EN PACIENTES DE EDAD AVANZADA: CUIDADOS POST-ALTA HOSPITALARIA
Tipo de artigo: Revisão Integrativa
Autores
Regiani Bernardino da Silva
Enfermeira, Mestranda do Programa de Pós-Graduação Prática do Cuidado em Saúde da Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR. ORCID:
https://orcid.org/0009-0000-6957-0210
Tatiane Prette Kuznier
Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-1120-7723
Karina Silveira de Almeida Hammerschmidt
Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR. ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7140-3427
Susanne Elero Betiolli
Enfermeira, Doutora em Enfermagem. Docente do Departamento de Enfermagem da Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR.ORCID: https://orcid.org/0000-0003-4469-4473
Jane Francisco da Costa Testoni
Enfermeira, Mestranda do Programa de Pós-Graduação Prática do Cuidado em Saúde da Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR. ORCID: https://orcid.org/0009-0004-0827-8581
Fernando Chiquito Costa
Enfermeiro, Mestrando do Programa de Pós-Graduação Prática do Cuidado em Saúde da Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR. ORCID: https://orcid.org/0009-0004-2269-9569
Claudia Fernanda Toporoski Sereneski Zoschke
Enfermeira, Mestre em Prática do Cuidado em Saúde pela Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR. ORCID: https://orcid.org/0009-0003-8897-2102
Caroline Quinsler
Enfermeira, Mestranda do Programa de Pós-Graduação Prática do Cuidado em Saúde da Universidade Federal do Paraná. Curitiba, PR. ORCID: https://orcid.org/0009-0006-9908-6933
RESUMO
Objetivo: verificar na literatura nacional e internacional, os cuidados necessários para alta hospitalar de pacientes idosos após implante de marcapasso cardíaco. Método: revisão integrativa, realizada nas bases de dados: Embase, Medline/Pubmed, Cinahl, Cochrane, Web of Science, e Portal BVS. A busca foi conduzida em outubro de 2024. Resultados: A amostra foi composta por 8 artigos, categorizados em: Complicações Operatórias; Cuidados Gerais com Marcapasso; e Monitoramento Pós-Alta. Conclusão: As complicações operatórias, foram divididas em intra-procedimento e pós-procedimento, os cuidados gerais versaram sobre orientações com a interferência eletromagnética, direção veicular, exercício físico. No monitoramento após alta hospitalar, destaca-se a telessaúde como intervenção terapêutica ao cuidado. Evidencia-se, nesse contexto, o papel essencial da enfermagem na sistematização da assistência, na educação em saúde e no acompanhamento contínuo do paciente, promovendo segurança, autonomia e qualidade de vida após o implante do marcapasso.
DESCRITORES: Alta do paciente; Cuidados pós-operatórios; Idoso; Marca-passo artificial; Período pós-operatório.
INTRODUÇÃO
O coração é um órgão fundamental, seu funcionamento está condicionado ao sistema elétrico, sendo ele, o responsável pelo controle da frequência e ritmo cardíaco1. Arritmias são distúrbios que alteram o ritmo cardíaco, de maneira patológica ou até mesmo da condição natural da vida, como o envelhecer2.
Arritmias cardíacas são complicações recorrentes, e as que mais direcionam pessoas idosas aos atendimentos de urgência e emergência, conduzindo a hospitalizações, e proporcionando maior incidência no uso de dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis3.
Marcapassos, ressincronizadores e cardiodesfibriladores são conhecidos como dispositivos cardíacos eletrônicos implantáveis (DCEI)4. Emitem pulso elétrico que estimula o coração caso não ocorra atividade elétrica adequada. Implantado no tecido subcutâneo do tórax, é um processo suscetível a riscos e complicações5. É fundamental que o enfermeiro compreenda o impacto das complicações à população idosa, visto sua vulnerabilidade5.
O cuidado ao paciente idoso com marcapasso requer conhecimento abrangente e habilidades específicas que subsidiem a sistematização na alta hospitalar, para que a transição do cuidado seja eficaz e segura3. É indispensável o planejamento da assistência e o preparo para prática segura do autocuidado em domicílio, de modo a reduzir as taxas de readmissão hospitalar2. A alta hospitalar requer educação em saúde do paciente e da família, especialmente de pessoas idosas, as quais apresentam necessidades de saúde de forma persistente e contínua. O estudo teve como objetivo verificar na literatura nacional e internacional, os cuidados necessários para alta hospitalar de pacientes idosos após implante de marcapasso cardíaco.
MÉTODO
Revisão integrativa de literatura desenvolvida em seis etapas6, a seguir:
Etapa 1- Definição da pergunta de pesquisa. Norteada pelo acrômio PICo, onde: P– População (pacientes idosos); I – Intervenção (Orientações sobre os cuidados pós implante de marcapasso); Co – Contexto (preparo para alta hospitalar), a questão de pesquisa definiu-se: Quais orientações os pacientes idosos devem receber sobre os cuidados pós implante de marcapasso para alta hospitalar?
Etapa 2- Busca e seleção dos estudos primários. Selecionaram-se os descritores e os operadores booleanos para a busca: “Idoso”; “Marcapasso artificial”; “Período pós-operatório AND Cuidados pós-operatórios” OR “Alta do paciente”. Realizaram-se adaptações, para seis bases de dados: EMBASE, Web of Science, CINAHL, Cochrane, Portal da Biblioteca Virtual em Saúde, PubMed/ Medline. As buscas ocorreram em outubro de 2024. Para o gerenciamento e avaliação dos artigos, utilizou-se o Rayyan®. 7 Os critérios de inclusão foram: estudos disponíveis, gratuitos e completos, publicados nos últimos 5 anos, nos idiomas português, inglês ou espanhol. Para exclusão, definiram-se: artigos em duplicidade nas bases de dados, teses, monografias, estudos divergentes à temática ou que não estivessem relacionados à questão norteadora.
Etapa 3- Extração de dados dos estudos primários. Elaborou-se um arquivo com a descrição dos estudos considerando título, autores, ano de publicação, periódico.
Etapa 4- Avaliação criteriosa dos estudos primários. Após a análise pelo Rayyan®, elaborou-se um quadro para compilação das informações, a saber: país de realização do estudo, nível de evidência, nome do periódico, ano de publicação, título do artigo e objetivo do estudo. Os estudos foram categorizados por nível de evidência8. As etapas 5 e 6, formadas pela síntese e apresentação dos resultados são expostas de forma descritiva em resultados. Neste contexto a revisão integrativa foi realizada com dados de domínio público, portanto, a apreciação ética é dispensável.
RESULTADOS
A busca resultou em 523 artigos. Após a aplicação do filtro de temporalidade, 82 estudos foram selecionados para análise. Desses, 4 artigos foram removidos por duplicidade e 1 por não estar disponível na íntegra. A leitura de título e resumo permitiu a exclusão de 30 estudos. Para a leitura completa, restaram 47 artigos, dos quais 29 foram descartados por não atenderem à questão de pesquisa e 10 apresentavam divergências quanto ao tema. Assim, a amostra final foi composta por 8 artigos. Para garantir o rigor metodológico, a revisão atendeu as recomendações PRISMA 9 conforme é possível verificar na Figura 1.
Figura 1: Fluxograma PRISMA com resultados encontrados. Curitiba, PR, Brasil, 2024.
Fonte: Os autores (2024)
Elaborou-se o Quadro 1 para apresentar os estudos selecionados, incluindo a identificação do artigo (ID), um código alfanumérico sequencial (A1, A2...) e outras variáveis necessárias para análise. A partir dessas informações, organizaram-se três categorias empíricas: I- Complicações operatórias, II- Cuidados gerais com marcapasso e II- Monitoramento pós alta.
Quadro 1: Caracterização dos estudos analisados. Curitiba, PR, Brasil, 2024.
ID | País/ NE | Periódico/ Ano | Objetivo do Estudo |
A0110 | Itália/1B | Revista Internacional de Cardiologia /2019 | Investigar a viabilidade e as implicações clínicas da mobilização precoce após o implante de marcapasso |
A021 | Brasil/ 2C | Texto e Contexto/ 2020 | Avaliar a qualidade de vida relacionada à saúde de pacientes com marca-passo cardíaco definitivo |
A0311 | Noruega/ 1B | Revista Internacional de Pesquisa Ambiental e Saúde Pública /2019 | Analisar a qualidade de vida relacionada à saúde de pacientes acompanhados por meio de um sistema de monitoramento remoto de dispositivos em comparação com pacientes acompanhados por meio de consultas ambulatoriais padrão. |
A0412 | Irã / 1B | Pacing and Clinical Electrophysiology (PACE /2019 | Determinar se o antibiótico pós-procedimento reduz o risco de infecção relacionada ao implante de dispositivo eletrônico implantável cardíaco (DCEI). |
A05 2 | Brasil/ 2C | Reben/ 2021 | Apreender como ocorre o cuidado transicional da enfermeira ao paciente idoso com marcapasso artificial |
A0613 | Polônia /2C | Poliheart Journal /2023 | Avaliar a ocorrência de complicações precoces após implantes de dispositivos cardíacos eletrônicos e qual o manejo após o procedimento e o tempo ideal de alta. |
A0714 | China/ 1B | Nursing Health & Sciences /2019 | Examinar o efeito de um programa de suporte telefônico liderado por enfermeiros sobre os resultados de saúde em pacientes após o implante de marcapasso cardíaco. |
A0815 | Japão/ 2C | Pacing and Clinical Electrophysiology (PACE)/ 2020 | Avaliar a segurança e a eficácia do marcapasso sem fio em superidosos. |
Legenda: ID= Identificação, N.E.= Nível de evidência.
Fonte: Os autores (2024)
DISCUSSÃO
I- Complicações Operatórias
O marcapasso é um tratamento para arritmias cardíacas14. O ato cirúrgico apresenta riscos e complicações, demandando cuidados específicos. Embora a taxa de complicações após implante de marcapasso é baixa, ela não é desprezível, sendo mais frequente no primeiro dia após o procedimento13.
Algumas complicações que podem ocorrer durante o procedimento incluem hemotórax, pneumotórax, perfuração cardíaca, tamponamento cardíaco, acidente isquêmico transitório (AIT), acidente vascular cerebral (AVC), embolia periférica e dano valvar10.
Em relação às complicações pós-operatórias, as mais recorrentes são os deslocamentos, fratura do eletrodo, e o hematoma da bolsa10. Entre as complicações pós-operatórias, as doenças infecciosas são aquelas com significativo impacto econômico nos serviços de saúde, devido ao custo da terapia para remoção do sistema de estimulação11.
II- Cuidados gerais com marcapasso
Cuidados gerais são essenciais para qualidade de vida dos pacientes. Após o implante, pacientes apresentam falta de conhecimento, preocupações, falta de habilidades, e desenvolvem limitações emocionais, como ansiedade e depressão16. Reforçar cuidados de rotina como, cuidados com a ferida operatória, uso de medicamentos, exercícios funcionais do membro superior no lado da operação, método de auto monitoramento e tempo de acompanhamento ambulatorial, são necessários na educação em saúde 14.
Devido à capacidade do circuito interno do dispositivo em captar a sensibilidade cardíaca do indivíduo, o aparelho se torna sensível a outras fontes de eletricidade, o que pode comprometer seu desempenho e reduzir a capacidade funcional. Por isso, as orientações sobre interferência eletromagnética, são indispensáveis5.
Os dispositivos possuem características específicas, por isso exames médicos, e procedimentos cirúrgicos, podem ser realizados desde que precedidos de avaliação médica. Quanto à atividade sexual, estas podem ser retomadas após cumprir as restrições iniciais pós implante5. Outro cuidado importante é a restrição da direção veicular, e nesse contexto cada categoria de dispositivo cardíaco compreende regras e orientações específicas17.
Em relação ao exercício físico, ressaltam-se os cuidados com a integridade do dispositivo, e com a mobilização do membro afim de evitar complicações articulares5. Nas primeiras semanas após a cirurgia, devem ser evitadas atividades e movimentos que causem impacto na região do implante, incluindo levantar pesos acima de 5 kg, realizar movimentos amplos do membro e praticar atividades que possam provocar deslocamento dos eletrodos5.
III- Monitoramento Pós-Alta
A telessaúde utiliza tecnologias de informação e comunicação para troca de informações válidas para diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças, sendo realizada por todos os profissionais de saúde18.
Como modalidade tecnológica de cuidados, o telemonitoramento oferece acompanhamento contínuo dos pacientes, além de reduzir custos e consultas ambulatoriais19. Como intervenção de enfermagem, o telemonitoramento respalda a atuação dos profissionais no acompanhamento remoto dos pacientes, permitindo a vigilância de problemas de saúde, o manejo de situações clínicas e a rápida tomada de decisão19. Além disso, o monitoramento favorece a percepção do autocuidado, auxilia nos cuidados gerais, e possibilita prevenção de complicações, principalmente sinais de infecção2.
Acompanhamento pós alta é benéfico na redução da ansiedade e depressão, melhora a compreensão da doença, o processo de recuperação, promove a adaptação ao dispositivo, reduz as taxas de complicações e hospitalizações14. Neste contexto, a telessaúde auxilia na detecção precoce de complicações, proporciona adesão à terapia e a melhor percepção da saúde20.
CONCLUSÃO
O marcapasso é um tratamento essencial para arritmias cardíacas, tornando indispensável a sistematização da assistência, durante o processo de transição dos cuidados. Os cuidados relacionados ao dispositivo, à ferida operatória, ao uso de medicamentos, à interferência eletromagnética, à atividade sexual e à direção veicular, são fundamentais para garantir a segurança e o bem-estar do paciente após a alta hospitalar. Nesse cenário, a atuação do enfermeiro transcende a dimensão técnica: ele educa, orienta, acolhe e acompanha cada paciente, promovendo confiança, autonomia e qualidade de vida, além de prevenir complicações e fortalecer o autocuidado. Embora os estudos analisados não tenham sido exclusivos para a população idosa, o que constitui uma limitação, a relevância do tema se torna ainda maior, encorajando novas contribuições que valorizem e reconheçam o papel transformador da enfermagem na vida e na recuperação dos pacientes.
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O estudo foi extraído da dissertação de mestrado intitulada: “Tecnologia educacional para alta hospitalar de idosos em pós-operatório de implante de dispositivo cardíaco eletrônico”. Qualificação da Dissertação em 07/2025. O programa em questão está vinculado a CAPES conforme Edital no 01/2024.
Financiamento: A pesquisa não recebeu auxílio financeiro, não possui bolsas ou convênios.