ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NO CONTROLE DA DOR EM PACIENTES SOB CUIDADOS PALIATIVOS: REVISÃO INTEGRATIVA

THE ROLE OF NURSING IN PAIN MANAGEMENT FOR PATIENTS UNDER PALLIATIVE CARE: INTEGRATIVE REVIEW
ACTUACIÓN DE LA ENFERMERÍA EN EL CONTROL DEL DOLOR EN PACIENTES BAJO CUIDADOS PALIATIVOS: REVISIÓN INTEGRADORA

Deborah de Souza Dias¹; Aparecida dos Santos Noia²

RESUMO

Objetivo: Identificar, na literatura, as intervenções não farmacológicas utilizadas no manejo da dor em pacientes sob cuidados paliativos. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, tendo por base estudos publicados nos últimos cinco anos. A coleta de dados foi realizada nas bases eletrônicas Biblioteca Virtual em Saúde, Scientific Electronic Library Online e Portal de Periódicos da CAPES, utilizando os descritores “Terapias Complementares”, “Dor” e “Cuidados Paliativos”. Foram excluídos teses, dissertações, monografias e estudos de revisão. Resultado: Foram identificadas 1.466 publicações, das quais apenas dois estudos atenderam aos critérios de inclusão, evidenciando 14 práticas integrativas e complementares aplicadas ao manejo da dor, destacando-se musicoterapia, acupuntura, massagem e comunicação terapêutica.
Conclusão: Observa-se escassez de estudos sobre intervenções não farmacológicas no contexto dos cuidados paliativos. As práticas identificadas demonstram potencial para complementar o tratamento medicamentoso, contribuindo para o conforto, o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

DESCRITORES: Cuidados paliativos; Dor; Enfermagem; Qualidade de vida; Terapias complementares.

INTRODUÇÃO

A dor é definida pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (International Association for the Study of Pain – IASP) como uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada ou semelhante àquela provocada por uma lesão tecidual real ou potencial (1). Trata-se de uma vivência intrinsecamente subjetiva, sendo percebida e interpretada de modo singular por cada indivíduo (2). Estima-se que a prevalência de dor crônica alcance 25% da população mundial, sendo que aproximadamente 10% dos casos são diagnosticados anualmente (3).

A dor crônica destaca como uma condição particularmente debilitante, caracterizada por ser contínua ou intermitente por um período superior a três meses. Pode decorrer de enfermidades prolongadas ou permanecer após a resolução da causa inicial (4). Seus efeitos ultrapassam o componente físico, comprometendo o bem-estar emocional, as atividades diárias, as relações sociais e a autoestima (5).

Nos cuidados paliativos, essa condição adquire maior complexidade, pois envolve pacientes em situações de sofrimento físico, emocional e espiritual (6). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os cuidados paliativos têm como propósito melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, por meio da prevenção e do alívio do sofrimento (7).

Embora os medicamentos constituam a principal forma de tratamento da dor crônica, com diversas classes farmacológicas indicadas para o seu controle, muitos pacientes não alcançam alívio clinicamente significativo apenas com o uso de fármacos (8).

A enfermagem exerce um papel essencial na assistência ao paciente com dor crônica, por meio da implementação de intervenções terapêuticas individualizadas que visam promover o bem-estar e a qualidade de vida. Essa atuação deve ir além do controle do sofrimento físico, abrangendo também o suporte emocional, social e espiritual, tanto ao indivíduo quanto aos seus familiares (9 - 10).

Dentre as intervenções terapêuticas, as terapias não farmacológicas podem beneficiar pacientes em cuidados paliativos, contribuindo para o alívio da dor e o equilíbrio integral do indivíduo. Diante desse cenário, formulou-se a seguinte pergunta de pesquisa: quais são as intervenções não farmacológicas utilizadas no manejo da dor em pacientes sob cuidados paliativos?

MÉTODO 

Trata-se de uma revisão de literatura do tipo integrativa, de caráter descritivo. A revisão integrativa é um método permite reunir, avaliar e sintetizar resultados de pesquisas anteriores sobre um determinado tema, de forma sistemática e ordenada, contribuindo para a consolidação do conhecimento científico (11).

Para a execução desta pesquisa, foram seguidas seis etapas fundamentais: 1 - identificação do tema e formulação da questão de pesquisa; 2 - definição dos critérios de inclusão e exclusão; 3 - identificação dos estudos pré-selecionados e selecionados; 4 - categorização das publicações incluídas; 5 - análise e interpretação dos resultados e 6 - apresentação da revisão e síntese do conhecimento (11).

A coleta de dados foi realizada entre os meses de fevereiro e maio de 2025, nas bases Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Dentro da BVS, foram consultadas as bases LILACS e BDENF. Foram utilizados os descritores “Terapias Complementares”, “Dor” e “Cuidados Paliativos”, combinados pelo operador booleano AND, conforme os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS).

Os critérios de inclusão foram artigos originais que abordassem intervenções não farmacológicas para o manejo da dor em pacientes sob cuidados paliativos, publicados entre 2014 e 2025, em língua portuguesa, disponíveis na íntegra e online. Os critérios de exclusão foram artigos de revisão, monografias, dissertações, teses, estudos duplicados nas bases de dados e pesquisas realizadas com crianças ou adolescentes.

A seleção dos estudos foi realizada por meio da leitura exploratória dos títulos e resumos, com a eliminação das duplicidades. As publicações elegíveis foram identificadas e selecionadas para a leitura integral dos textos completos.

Os dados dos estudos selecionados foram extraídos e organizados em planilhas comparativas, sendo posteriormente sistematizados em quadros, o que possibilitou agrupar as intervenções não farmacológicas em categorias temáticas para fins de análise e discussão. A elaboração desta revisão, cumpriu as diretrizes do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA), conforme ilustrado na Figura 1.

Figura 1: Fluxograma PRISMA de identificação, triagem, elegibilidade e inclusão dos estudos. São Paulo/SP, Brasil, 2025.

Fonte: elaboração própria.

RESULTADO 

 Através do portal da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), utilizando os descritores “Dor”, “Terapias Complementares” e “Cuidados Paliativos”, combinados com o operador booleano AND, foram identificadas 17 publicações na base de dados LILACS e 9 publicações no BDENF. No Portal de Periódicos da CAPES e no diretório de periódicos SciELO, utilizando os mesmos descritores, a busca resultou, respectivamente, em 9 e 2 publicações. Ao utilizar apenas os descritores “Dor” e “Cuidados Paliativos” foram encontrados 584 artigos na base de dados LILACS, 198 no BDENF, 91 no diretório de periódicos SciELO e 556 no Portal de Periódicos da CAPES. No total, foram encontradas 1.466 publicações, sendo que algumas estavam duplicadas nas bases de dados consultadas.

Após a leitura dos títulos e resumos e de acordo com os critérios de inclusão e exclusão, foram excluídas 1.434 publicações que não atenderam aos critérios estabelecidos. Em seguida, foram selecionados dois artigos, os quais compõem a amostra final desta pesquisa.

No Quadro 1, observa-se que as publicações incluídas são dos anos de 2014 e 2020, veiculadas, respectivamente, nos periódicos Revista Cogitare Enfermagem e Enfermería Actual de Costa Rica. Quanto à localização dos estudos, destaca-se a predominância de pesquisas realizadas na região Nordeste, seguida pela região Sudeste. Ressalta-se que, em ambas as publicações, os autores são enfermeiros.

Quadro 1 - Distribuição das publicações de acordo com o título do artigo, autor, ano de publicação, título do periódico e local do estudo. São Paulo/SP, Brasil, 2025.

Título do artigo

Autor

Ano de publicação

Título do periódico

Local do estudo

A utilização das terapias complementares nos

Cuidados Paliativos: benefícios e finalidades​

Caires JS et al.

2014

Revista Cogitare Enfermagem​

São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Alagoas e Bahia​

Perspectiva do familiar/cuidador sobre a dor crônica no paciente em cuidados paliativos​

Silva RS et al.

2020

Enfermería Actual de Costa Rica​

Piemonte da Chapada Diamantina no Norte do Itapicuru, Bahia​

Fonte: elaboração própria.

Os estudos analisados apresentaram abordagens diferentes, sendo um quantitativo e o outro qualitativo. O estudo quantitativo teve como objetivo analisar a utilização de terapias complementares nos cuidados paliativos, enquanto o estudo qualitativo buscou conhecer a perspectiva do familiar/cuidador sobre a dor crônica em pacientes sob cuidados paliativos e as estratégias utilizadas para o enfrentamento dessa dor. A distribuição desses estudos está apresentada no Quadro 2.

Quadro 2: Distribuição das publicações segundo o tipo de estudo e objetivo. São Paulo/SP, Brasil, 2025.

Autor/ano

Tipo de estudo

Objetivo

Caires JS et al., 2014

Quantitativo, descritivo

Analisar a utilização de terapias complementares nos cuidados paliativos

Silva RS et al., 2020

Qualitativo, descritivo

Conhecer a perspectiva do familiar/cuidador sobre a dor crônica em pacientes sob cuidados paliativos

Fonte: elaboração própria.

O estudo realizado por Caires et al. (2014)(12) demonstrou que, entre as instituições com serviços de cuidados paliativos ativos convidadas a participar da pesquisa, apenas 25% faziam uso de terapias complementares. A maioria dessas instituições estava localizada no estado de São Paulo (57,1%), seguida pela Bahia (14,3%) e, em menor proporção, pelos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Distrito Federal e Alagoas (7,1% cada). Entre as práticas empregadas, a musicoterapia se destacou, sendo utilizada por 100% das instituições participantes, seguida pela acupuntura e pela massagem, ambas relatadas por 67% das instituições.

Em contraste, o estudo de Silva et al. (2020)(13) observou um desconhecimento generalizado acerca das terapias não farmacológicas, com poucas instituições implementando essas práticas. No entanto, os autores destacaram o uso da comunicação como um recurso terapêutico importante no suporte às crises álgicas, evidenciando uma abordagem distinta, focada no conforto emocional e no alívio da dor por meio da interação verbal. O comparativo entre os estudos, conforme mostrado no Quadro 3, destaca as abordagens distintas adotadas nas terapias não farmacológicas.

Quadro 3: Distribuição das publicações segundo as intervenções não farmacológicas, implementadas para o controle da dor e os seus benefícios. São Paulo/SP, Brasil, 2025.

Autor/ano

Intervenções não farmacológicas

Benefícios

1

Caires JS et al., 2014

Acupuntura, Auricultura, Cromoterapia, Do-In, Fitoterapia, Ioga, Massagem, Meditação, Musicoterapia, Reflexologia, Reiki, Shiatsu, Terapia da dança, Toque terapêutico e Visualização

Promoção do relaxamento; oportunidade de contato com o paciente e estabelecimento de uma relação entre profissional – paciente; essas terapias são usadas, também, para evitar o isolamento e a depressão; facilitar interação entre paciente e família; proporcionar melhora na qualidade de vida e potencializar o efeito dos medicamentos no controle da dor. A musicoterapia foi citada como auxiliadora no resgate e fraternização com familiares, promovendo momentos de prazer e relaxamento para os pacientes e seus familiars.

2

Silva RS et al., 2020

Desconhecimento das terapias não farmacológicas no manejo das crises álgicas. Destaca-se o uso da comunicação. A comunicação como recurso terapêutico de suporte nas crises álgicas

Conforto emocional, a redução da ansiedade e o alívio subjetivo do sofrimento, como exemplificado pelas falas:​

Consigo falar com ela de como ela quer ser tratada ela faz os pedidos dela (...) Quando está na crise de dor tento acalmar segurando na mão.” (F1)​
Olha, eu pergunto pra ela “o que é melhor pra você? o que eu posso fazer pra você?” aí ela me orienta ela sempre tá comigo, eu nunca deixo ela só, ela pede pra mim isso.” (F4)​

Fonte: elaboração própria.

DISCUSSÃO 

Esta revisão integrativa evidenciou a escassez de produção científica voltada para as intervenções não farmacológicas no controle da dor em pacientes sob cuidados paliativos. Os estudos incluídos identificaram 14 práticas integrativas e complementares, destacando-se a musicoterapia, acupuntura, massagem, comunicação terapêutica e escuta ativa, que demonstraram um grande potencial na redução do sofrimento físico e emocional dos pacientes.

De maneira semelhante, um estudo realizado por Silva et al. (2023)(14), em revisão integrativa, também apontou o uso diversificado de Práticas Integrativas e Complementares (PIC) no contexto dos cuidados paliativos. As terapias destacadas incluem a massagem terapêutica, utilizada para reduzir a dor, aliviar a tensão muscular e promover relaxamento; a acupuntura, eficaz no manejo da dor oncológica, da insônia e das náuseas; e a musicoterapia, que contribui para o relaxamento, melhora do humor e alívio de estados depressivos

Por outro lado, o estudo realizado por Lopes-Junior et al. (2020)(15), em revisão sistemática, evidenciaram benefícios significativos da massagem terapêutica, relaxamento muscular progressivo e imagem guiada no manejo da dor oncológica. Entretanto, os resultados sobre a eficácia da acupuntura apresentaram divergências, sinalizando a necessidade de estudos adicionais para esclarecer esses achados e consolidar as evidências. 

As PIC estão alinhadas aos princípios dos cuidados paliativos, que visam promover a qualidade de vida por meio da prevenção e alívio do sofrimento físico, psicológico e espiritual. Desde 2006, essas práticas foram incorporadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), atualmente englobando 29 modalidades terapêuticas, como acupuntura, auriculoterapia, medicina tradicional chinesa e homeopatia (16, 14).

No entanto, apesar do reconhecimento institucional, persistem lacunas importantes na literatura científica, sobretudo na descrição detalhada das intervenções, sua frequência, duração e eficácia a longo prazo, especialmente no contexto dos cuidados paliativos (17). Essas limitações refletem a falta de conhecimento e capacitação dos profissionais, a carência de apoio institucional para implementação das PIC na rotina assistencial e a escassez de conteúdos específicos na formação acadêmica (18-19).

Além disso, estudos indicam que a maioria dos profissionais de enfermagem não recebeu treinamento formal em cuidados paliativos, o que compromete a qualidade da assistência prestada (18). As intervenções não farmacológicas, além de complementarem o tratamento medicamentoso, potencializam a humanização do cuidado e ampliam as possibilidades terapêuticas (12-13). Nesse sentido, a atuação do enfermeiro é fundamental não apenas na aplicação dessas práticas, mas também como educador e facilitador do cuidado centrado no paciente e sua rede de apoio, promovendo o acolhimento das demandas emocionais e articulando o trabalho da equipe multiprofissional (20)

Todavia, a escassez de dados sobre a duração, frequência e número de sessões das terapias não farmacológicas limita a avaliação da efetividade e a replicabilidade dos resultados em diferentes contextos. Isso reforça a necessidade de investigações futuras com delineamentos metodológicos mais rigorosos e descrições técnicas detalhadas das intervenções. Isso contribuirá para o fortalecimento das evidências disponíveis na área (21)

Por fim, a qualificação e a educação continuada dos profissionais de enfermagem emergem como estratégias prioritárias para garantir a implementação segura e eficaz das PIC no cuidado paliativo, promovendo a integralidade e humanização da assistência e assegurando o direito ao alívio da dor e do sofrimento emocional (18)

  

CONCLUSÃO 

Este estudo evidenciou que as intervenções não farmacológicas no manejo da dor em pacientes sob cuidados paliativos podem potencializar os efeitos dos medicamentos, promovendo relaxamento, alívio da ansiedade, prevenção da depressão, facilitação da interação social e melhoria da qualidade de vida. Destacam-se, entre essas práticas, a musicoterapia, acupuntura, massagem e a comunicação terapêutica.

Embora esses métodos apresentem benefícios importantes, ainda há um vasto campo a ser explorado, especialmente no que diz respeito ao detalhamento da frequência, duração e protocolos das práticas integrativas e complementares no contexto dos cuidados paliativos. A incorporação dessas intervenções representa um avanço significativo na prática da enfermagem, ampliando a visão sobre as múltiplas dimensões da dor e proporcionando uma abordagem mais holística do cuidado.

Por fim, a capacitação contínua dos profissionais de saúde e o desenvolvimento de pesquisas metodologicamente rigorosas são essenciais para consolidar o uso dessas estratégias, aprimorar o manejo da dor e melhorar a qualidade de vida dos pacientes em fase terminal.  

CONFLITOS DE INTERESSE

As autoras declaram não haver conflito de interesse financeiro, técnico ou de afiliação.

REFERÊNCIAS

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