PERFIL DE PACIENTES SUBMETIDAS À INSERÇÃO DE DIU EM UM CENTRO DE PARTO NORMAL

PROFILE OF PATIENTS UNDERGOING IUD INSERTION AT A BIRTH CENTER

PERFIL DE PACIENTES SOMETIDAS A LA INSERCIÓN DE DIU EN UN CENTRO DE PARTO NORMAL

Tipo de artigo: Artigo original

RESUMO

Objetivo: caracterizar o perfil clínico-epidemiológico e social de pacientes submetidas à inserção de DIU de cobre em um Centro de Parto Normal do Distrito Federal. Método: Estudo epidemiológico, descritivo, observacional, transversal e quantitativo, realizado por entrevistas com questionário estruturado aplicado imediatamente pré inserções de DIU, entre abril e novembro de 2025. Resultados: participaram 50 mulheres, brasileiras, predominantemente entre 28 e 32 anos (média de 27,3 anos), pardas, solteiras e com ensino médio completo. Conclusão: fatores sociodemográficos e epidemiológicos influenciam a escolha de métodos contraceptivos, e a inserção de DIU por enfermeiros qualificados amplia o acesso ao método.

DESCRITORES: Dispositivos intrauterinos; Perfil epidemiológico; Centros de assistência à gravidez e ao parto; Enfermeiro obstetra.

INTRODUÇÃO

A Lei nº 9.263/1996 define o planejamento reprodutivo como o conjunto de ações voltadas à regulação da fecundidade, assegurando direitos reprodutivos(1). O acesso à contracepção segura é fundamental para a redução de gestações não planejadas e/ou indesejadas, abortamentos inseguros e da morbimortalidade materno-infantil(2).

Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (2019), os contraceptivos orais permaneciam como o método mais utilizado (40,6%), seguido por métodos de esterilização (22,9%) e pelo preservativo masculino (20,4%), enquanto apenas 4,4% das mulheres utilizavam o dispositivo intrauterino (DIU), evidenciando sua baixa adesão no país (3).

O DIU é um método contraceptivo não hormonal, reversível de longa duração (LARC), com taxa de falha inferior a 1% no primeiro ano de uso e alta satisfação entre as usuárias(4). Apesar de ser amplamente utilizado no mundo, estima-se que apenas 1,9% das brasileiras em idade reprodutiva utiliza o DIU de cobre(3,4).

Entre os principais benefícios, destacam-se alta eficácia, praticidade, longa duração, e a ausência de hormônios, sendo opção viável para lactantes e mulheres com contraindicação ao estrogênio(4). Os efeitos adversos comuns, como menorragia e dismenorreia são geralmente transitórios e de fácil manejo clínico(4).

A Resolução COFEN nº 690 de 2022 normatiza a atuação do enfermeiro no planejamento reprodutivo, permitindo a inserção, revisão e retirada do DIU por enfermeiros capacitados, ampliando o acesso ao método na Rede de Atenção à Saúde(5). Assim, este estudo objetiva caracterizar o perfil clínico-epidemiológico e social de pacientes submetidas à inserção de DIU de cobre em um Centro de Parto Normal (CPN) do Distrito Federal.

MÉTODO

Trata-se de um estudo epidemiológico, descritivo, observacional, transversal, de abordagem quantitativa, realizado por meio de questionário estruturado aplicado no momento imediatamente antes da inserção de DIU por enfermeiros obstetras. O estudo foi realizado em um CPN peri-hospitalar, localizado em São Sebastião, Distrito Federal. A coleta de dados ocorreu entre abril e novembro de 2025, com amostra final composta por 50 participantes.

Foram incluídas as pacientes que tiveram parto no CPN e manifestaram o desejo de utilizar o DIU de cobre na ocasião da alta ou durante a consulta de revisão de parto. Excluíram-se participantes menores de 18 anos e aquelas que apresentaram contraindicações ao uso do método no momento da coleta.

Para a coleta de dados, utilizou-se questionário elaborado pelos pesquisadores, contendo 35 perguntas, majoritariamente objetivas, incluindo 5 perguntas binárias (“sim” ou “não”). O instrumento foi aplicado no CPN, após a assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, em momento prévio à inserção do DIU. Os dados foram tabulados e analisados em planilha do Microsoft Excel®, sendo as variáveis quantitativas descritas em frequências absoluta e relativa.

O estudo foi apresentado e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde, sob parecer nº 7.409.943 e CAAE nº 84401524.4.0000.5553.

RESULTADOS

Participaram do estudo 50 mulheres, brasileiras, com média de idade de 27,3 anos (DP=2,82), variando entre 18 e 40 anos. Predominaram mulheres pardas (n=27), solteiras (n=32) e com ensino médio completo (n=35). Quanto a religião, mais de um terço (n=19) afirmou ser ateia. A maior parte das participantes (n=39) morava em São Sebastião e 38% vivia em casas alugadas. Mais da metade (n=27) viviam em casas com 4 a 6 moradores no total e 54% era beneficiária de algum tipo de auxílio governamental, conforme Tabela 1.

Tabela 1 – Caracterização sociodemográfica das participantes do estudo, São Sebastião, Distrito Federal, Brasil, 2025.

Variáveis

Classes

Quantidade absoluta (n)

Quantidade em %

Idade

18 a 22 anos

23 a 27 anos

28 a 32 anos

33 a 37 anos

38 a 42 anos

15

8

20

4

3

30

16

40

8

6

Gênero

Feminino

50

100

Nacionalidade

Brasileira

50

100

Etnia/cor autodeclarada

Branca

Parda

Preta

7

27

16

14

54

32

Estado civil

Solteira

Casada

Separada/ divorciada

União estável

32

11

2

5

64

22

4

10

Escolaridade

Ensino fundamental I

Ensino fundamental II

Ensino médio

Superior incompleto

Superior completo

1

5

35

4

5

2

10

70

8

10

Religião

Católica

Evangélica/Protestante

Espírita

Religiões de matriz africana

Não tenho religião/Ateia

19

6

1

5

19

38

12

2

10

38

Cidade em que reside

São Sebastião

Jardins Mangueiral

Jardim Botânico

Itapoã

Paranoá

Outros

39

4

2

2

2

1

78

8

4

4

4

2

Tipo de moradia

Casa própria

Casa alugada

Assentamento

Casa cedida por terceiros

Chácara

15

19

2

8

6

30

38

4

16

12

Nº de moradores na residência

1 a 3

4 a 6

7 ou mais

19

27

4

32

60

8

Beneficiária de auxílio governamental

Sim

Não

27

23

54

46

Fonte: autoria própria (2025).

Quanto à ocupação, 46% estavam desempregadas ou desempenhavam funções do lar, seguidas por estudantes (10%) e vendedoras (8%), sendo as demais ocupações distribuídas em frequências menores.

Sobre saúde e hábitos de vida, a maioria (88%) negou comorbidades prévias e uso de medicações contínuas (98%). Entre as comorbidades referidas, destacam-se a obesidade (4%) e outras como hipertensão gestacional, ansiedade, bronquite e história de trombose venosa (8%). Os comportamentos de risco mais citados foram o etilismo (15%) e o tabagismo (12%).

Sobre o histórico obstétrico, quase a totalidade (n=49) já havia engravidado antes, sendo que 81% teve de 1 a 3 gestações prévias. Mais da metade (66%) afirmou não ter planejado nenhuma gestação. Predominaram 1 a 3 partos vaginais anteriores (n=45), ausência de cesarianas prévias (n=43) e ausência de abortamentos (n=42). Quase a totalidade (n=45) tinha de 1 a 3 filhos vivos e 70% das pacientes haviam tido o último parto no CPN nos últimos 45 dias.

Mais de três quartos das participantes do estudo afirma ter parceria sexual fixa, porém apenas 26% referiu utilizar preservativo em todas as relações sexuais e 74% não utilizava nenhum método contraceptivo no momento, conforme Tabela 2.

Tabela 2 – Histórico ginecológico e obstétrico das participantes do estudo, São Sebastião, Distrito Federal, Brasil, 2025.

Questões

Classes

n

%

Já engravidou?

Sim

Nº de gestações:

1 a 3

4 a 6

7 ou mais

Não

49

40

8

1

1

98

81,63

16,33

2,04

2

Gestações planejadas?

Sim

Quantas?

0

1

2 ou mais

Não

16

33

14

3

34

32

66

28

6

68

Partos normais anteriores

0

1 a 3

4 a 6

1

45

4

2

90

8

Cesarianas anteriores

0

1

43

7

86

14

Abortamentos

0

1

2

42

7

1

84

14

2

Filhos vivos

0

1 a 3

4 a 6

7 ou mais

1

45

3

1

2

90

6

2

Último parto no CPN nos últimos 45 dias?

Sim

Não

35

15

70

30

Possui parceria sexual fixa?

Sim

Não

38

12

76

24

Usa preservativo em todas as relações sexuais?

Sim

Não

13

37

26

74

Usa algum método contraceptivo no momento?

Sim

Não

13

37

26

74

Fonte: autoria própria (2025).

Antes da inserção do DIU de cobre, os métodos mais utilizados eram preservativo (40%) e contraceptivos orais (30%). Apenas uma paciente fez uso do DIU de cobre anteriormente. A maioria das pacientes (72%) referiu ter conhecido o método durante consulta puerperal no CPN.

Entre os motivos para a escolha do DIU como método contraceptivo, quase metade (n=24) referiu que todas as opções as motivaram, sendo: inserção por enfermeiros, fácil manutenção e praticidade, poucos efeitos colaterais, gratuidade, longa duração e alta eficácia. Somente 3% citou outros motivos; “método não hormonal”, “experiência positiva de amiga” e “ter cessado o contraceptivo oral”, como observado na Tabela 3.

Tabela 3 – Histórico contraceptivo das pacientes e conhecimento sobre o DIU de cobre, São Sebastião, Distrito Federal, Brasil, 2025.

Questões

Classes

n

%

Método contraceptivo utilizado antes do DIU de cobre

Preservativo

Anticoncepcional oral

Anticoncepcional injetável

DIU de cobre

Adesivo

Métodos naturais

Nenhum

20

15

2

1

1

2

9

40

30

4

2

2

4

18

Como conheceu o DIU de cobre?

Consulta com Enfermeiro

Consulta com outro profissional da saúde

Atendimento pós-parto no CPN

Amiga

Internet/redes sociais

3

1

36

7

3

6

2

72

14

6

Motivo da escolha do DIU de cobre como método contraceptivo

Alta eficácia

Longa duração

Gratuidade

Facilidade na inserção

Poucos efeitos colaterais

Fácil manutenção e praticidade

Inserção por enfermeiros

Todas as opções anteriores

Outros

5

5

5

1

5

2

1

24

 3

10

10

10

2

10

4

2

48

6

Fonte: autoria própria (2025).

No que se refere às orientações recebidas, 54% referiu ter recebido orientações sobre a inserção do DIU de cobre e apenas 28% referiu ter sido orientada sobre os riscos do método. Mais da metade não foi orientada sobre benefícios ou efeitos colaterais (72%) e 24% referiu orientações sobre autocuidado e seguimento após a inserção. Entre aquelas que receberam orientações, os riscos mais citados foram perfuração uterina e sangramento (n=11, cada), enquanto os benefícios foram longa duração (n=15) e alta eficácia (n=13). Os efeitos colaterais mais mencionados foram o aumento de cólicas (n=14) e aumento do fluxo menstrual (n=12). Já entre os cuidados após a inserção mais referidos estão a abstinência sexual por 24 horas (n=6) e o uso de analgésicos para cólicas (n=5), conforme Tabela 4.

Tabela 4 – Riscos, benefícios, efeitos colaterais e cuidados após a inserção do DIU de cobre de acordo com as participantes que responderam “SIM” aos questionamentos anteriormente citados, São Sebastião, Distrito Federal, Brasil, 2025.

Perguntas

Classes

n

%

Cite 2 riscos da inserção

Perfuração

Sangramento

Cólicas e dor

Não sabe/não se lembra

Total

11

11

4

1

14

78,5

78,5

28,5

7,1

100

Cite 2 benefícios

Alta eficácia

Longa duração

Gratuidade

Praticidade

Método não hormonal

Não interfere na amamentação

Evita uso de contraceptivo oral

Poucos efeitos colaterais

Total

13

15

6

1

6

3

1

1

23

56,5

65,2

26

4,3

26

13

4,3

4,3

100

Cite 2 efeitos colaterais

Aumento do fluxo menstrual

Aumento de cólicas menstruais

Expulsão do DIU de cobre

Desmaio

Tontura

Escape

Total

12

14

1

1

1

1

14

85,7

100

7,1

7,1

7,1

7,1

100

Cite 2 cuidados após a inserção

Abstinência sexual por 24h

Analgésicos para cólicas

Verificação do posicionamento

Autoverificação dos fios do DIU

Consulta de retorno

Repouso

Não há cuidados específicos

Não sabe/não se lembra

Total

6

5

3

1

1

1

1

3

12

50

41,6

25

8,3

8,3

8,3

8,3

25

100

Fonte: autoria própria (2025).

DISCUSSÃO

No presente estudo, o perfil sociodemográfico predominante de pacientes atendidas no CPN foi de adultas jovens, pardas, solteiras e com ensino médio completo, corroborando achados de outros estudos realizados em CPNs brasileiros(6). Persistem falhas no acesso aos LARCs, especialmente em mulheres de maior vulnerabilidade socioeconômica, nas quais a menor escolaridade associa-se ao menor conhecimento sobre métodos contraceptivos e direitos sexuais e reprodutivos(3,14).

A predominância de residentes na área de abrangência do CPN reforça a importância deste serviço para o acesso ao planejamento reprodutivo, enquanto a menor representação de mulheres de áreas rurais reflete inequidades já descritas em literatura, associadas a menor renda e escolaridade, com impacto na utilização de LARCs(2).

A influência da religião na saúde sexual e reprodutiva mostrou-se relevante, sobretudo em vertentes conservadoras, que tendem a desestimular o uso de métodos contraceptivos, impactando sobre a autonomia feminina e na decisão sobre o uso de métodos contraceptivos(7).

A predominância de multíparas sem comorbidades está em consonância com outros estudos em CPNs brasileiros(6). Os métodos mais utilizados antes da inserção do DIU foram os contraceptivos orais e o preservativo masculino, refletindo sua maior disponibilidade na Atenção Primária. Contudo, são métodos de curta duração e dependem da usuária para sua eficácia, favorecendo falhas, cenário semelhante ao observado outros países latino-americanos(8).

A baixa prevalência de uso prévio do DIU e o conhecimento do método apenas no pós-parto reforçam a relevância do aconselhamento em saúde e da atuação da enfermagem no planejamento reprodutivo. Fatores como longa duração, alta eficácia, ausência de hormônios e gratuidade foram determinantes para a escolha do DIU de cobre, corroborando estudos que demonstram maior satisfação de usuárias de LARCs em comparação aos métodos de curta duração(9).

Apesar do uso prévio de outros métodos contraceptivos, observou-se elevada frequência de gestações não planejadas. A preferência por métodos não hormonais, especialmente no puerpério e amamentação, pode favorecer a aceitação do DIU de cobre(9,10).

A perfuração uterina foi o risco mais citado pelas participantes, embora evidências indiquem tratar-se de evento raro, sem aumento do risco se inseridos por enfermeiros capacitados, reforçando a segurança do procedimento(11-13). Os efeitos colaterais relatados foram compatíveis com a literatura e não impactam negativamente na satisfação das usuárias(6,12,14).

Não há evidências que comprovem a necessidade de abstinência sexual ou repouso após a inserção do DIU de cobre. Cólicas são sintomas comuns nos primeiros meses e podem ser manejadas com anti-inflamatórios não esteroidais(4). O seguimento pós-inserção é fundamental para avaliação da adaptação ao método e orientações de sinais de alerta, uma vez que a simples checagem dos fios não previne expulsão do DIU(15).

CONCLUSÃO

O estudo permitiu compreender os fatores associados à escolha do DIU de cobre por pacientes atendidas no CPN, evidenciando o papel desses serviços na garantia dos direitos sexuais e reprodutivos. Fatores sociodemográficos e epidemiológicos influenciam na escolha do método contraceptivo, sendo a baixa escolaridade, o pouco conhecimento sobre os métodos e a vulnerabilidade socioeconômica potenciais barreiras ao uso de métodos seguros e eficazes.

Embora orientadas, as pacientes carecem de aconselhamento qualificado sobre riscos e efeitos colaterais, reforçando a necessidade de educação em saúde contínua. A atuação do enfermeiro obstetra no CPN assegura inserções seguras e humanizadas, ampliando o acesso aos LARCs. Como limitações do estudo, destaca-se a amostra restrita a um único serviço, não sendo possível generalizar os achados, o que indica a necessidade de novos estudos sobre conhecimento e satisfação das usuárias com o DIU de cobre.

REFERÊNCIAS

  1. Brasil. Lei no 9.263, de 12 de janeiro de 1996. Brasília, DF: Diário Oficial da União, Seção 1, p.17989 (Promulgação de Vetos); Jan 12, 1996.
  2. Araújo FG, Abreu MNS, Felisbino-Mendes MS. Mix contraceptivo e fatores associados ao tipo de método usado pelas mulheres brasileiras: estudo transversal de base populacional. Cad Saude Publica. 2023;39(8).
  3. Brasil. Pesquisa Nacional de Saúde: 2019: ciclos de vida. Rio de Janeiro: IBGE; 2019. 1– 132 p.
  4. Brasil. Manual Técnico para Profissionais de Saúde: DIU com Cobre TCu 380A. Brasília: MS; 2018. 1–72 p.
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  7. Riera, BV, Morra, GSV. Guimarães, GA. Cruz, IT, Rodrigues, LG. Sampaio, JMC. A influência das crenças e práticas religiosas na saúde sexual íntima e reprodutiva das mulheres pelo mundo. Revista Pró-UniverSUS. 2025; 16(2);243-251.
  8. Trindade RE da, Siqueira BB, Paula TF de, Felisbino-Mendes MS. Uso de contracepção e desigualdades do planejamento reprodutivo das mulheres brasileiras. Ciência & Saúde Coletiva [Internet]. 2021;26(suppl 2):3493–504 [cited 2026 jan 4]. Available from: https://www.scielo.br/j/csc/a/wYMBdngQjR9dRs48jbwjCVL/?format=pdf&lang=pt
  9. Oliveira C, Nascimento S, Nepomuceno G, Nicole B, Felisbino-Mendes MS. Conhecimento de mulheres sobre o Dispositivo Intrauterino e a satisfação das usuárias no Brasil: revisão sistemática. Revista da Escola de Enfermagem da USP. 2025 Jan 1;59.
  10. Moray KV, Chaurasia H, Sachin O, Joshi B. A systematic review on clinical effectiveness, side-effect profile and meta-analysis on continuation rate of etonogestrel contraceptive implant. Reproductive Health. 2021 Jan 6;18(1).
  11. Trigueiro TH, Ferrari JC, Souza SRRK, Wall ML, Barbosa R. Follow-up of copper intrauterine device insertion by nurses: a prospective longitudinal study. Revista Brasileira de Enfermagem. 2020;73(suppl 4)
  12. Trigueiro TH, Lima GS de, Borges R, Guimarães PRB, Souza SRRK, Wall ML. Insertion of intrauterine device for doctors and nurses in a low-risk maternity hospital. Revista Gaúcha de Enfermagem. 2021;42.
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