Acceso de Mujeres Trans y Travestis a los Servicios de Salud: Una Revisión Integradora a Partir de la Teoría del Cuidado Transcultural de Leininger

Autores/as

  • Renan da Cunha Fernandes Faculdade Internacional da Paraíba. Mestre em Patologia; Universidade Federal de Per- nambuco - UFPE. Biomédico; Universidade Federal de Pernambuco. Acadêmico em Enfermagem – FPB https://orcid.org/0009-0004-0521-1146
  • Alane Renali Ramos de Freitas Faculdade Internacional da Paraíba. Mestre em Enfermagem; Universidade Federal da Paraíba - UFPB; João Pessoa; PB https://orcid.org/0000-0001-6105-2486
  • Aline de Oliveira Faculdade Internacional da Paraíba. Especialista em Enfermagem do Trabalho; Faculdade Integrada de Patos - João Pessoa; PB https://orcid.org/0009-0005-3395-928X
  • Alline Oliveira do Nascimento Veloso Faculdade Internacional da Paraíba. Mestre em Saúde Pública; Universidade Estadual da Paraíba - UEPB; Campina Grande; PB
  • Fernando Santos do Nascimento Faculdade Internacional da Paraíba. Mestre em Psicologia; Universidade Potiguar - Natal; RN https://orcid.org/0000-0002-7826-153X
  • Lourinaldo Gonçalo de Oliveira Faculdade Internacional da Paraíba. Mestre em Educação para o Ensino em Saúde; Faculdade Pernambucana de Saúde - Recife; PE https://orcid.org/0009-0007-8672-4657
  • Thiana Licia da Silva Azevedo Faculdade Internacional da Paraíba. Mestre em Saúde Pública; Faculdade de Teologia e Ciências - São Paulo; SP https://orcid.org/0009-0004-0933-5269

DOI:

https://doi.org/10.36489/nursing.2025v30i329p11716-11733

Palabras clave:

Personas transgénero, travestis, atención transcultural, enfermeira

Resumen

Este estudio tuvo como objetivo analizar el acceso y las estrategias de atención utilizadas por mujeres trans y travestis en los servicios de salud, con base en la Teoría del Cuidado Transcultural de Madeleine Leininger. A través de una revisión integradora de artículos publicados entre 2020 y 2025 en las bases de datos SciELO, LILACS/BVS y PubMed, se incluyeron estudios que abordaron la atención en salud desde una perspectiva transcultural. Se identificaron barreras como la discriminación, la patologización, la falta de protocolos, la falta de preparación profesional y la escasa visibilidad de las necesidades de esta población. Entre los facilitadores, se destacaron la acogida sensible, la humanización, el trabajo multidisciplinario y las prácticas culturalmente congruentes. Se constató que las políticas públicas y los protocolos aún son insuficientes para garantizar una atención integral y equitativa. Concluimos que la enfermería desempeña un papel esencial en la promoción de una atención inclusiva y respetuosa, y es fundamental invertir en formación, políticas efectivas y prácticas adaptadas a las necesidades de las mujeres trans y travestis.

Métricas

Cargando métricas ...

Citas

Doyle L, Fischer HF, McBride JA. A review of the literature supporting the DSM-5 diagnosis of gender dysphoria. Cureus. 2018;10(3):e2190. doi: 10.7759/cureus.2190.

Smith ES, Jones BC, Robinson C. Gender dysphoria: etiology, diagnosis, and treatment in light of recent research. Front Psychol. 2018;9:1136. doi: 10.3389/fpsyg.2018.01136.

Zucker KJ, Lawson GM. Epidemiology of gender dysphoria and transsexualism: historical and contemporary perspectives. Int Rev Psychiatry. 2018;30(3):1–16. doi: 10.1080/09540261.2018.1480353.

Nicholson L. Interpretando o gênero. Estudos Feministas. 2000;8(2):9–42.

Xavier TP, Vianna C. A educação de pessoas trans: relatos de exclusão, abjeção e luta. Educação & Realidade. 2023;48:e124022. doi: 10.1590/2175-6236124022vs01.

Sánchez RM, Ciconelli RM. Conceitos de acesso à saúde. Rev Panam Salud Publica. 2012;31(3):260–8.

Rocon P. Acesso à saúde pela população trans no Brasil: nas entrelinhas da revisão integrativa. Trab Educ Saúde. 2020;18(1):e0023469.

Depret D. Acesso de travestis e mulheres transexuais a serviços de atenção primária à saúde: revisão integrativa de literatura. Res Soc Dev. 2020;9(10):e2149108595. doi: 10.33448/rsdv9i10.8595.

Carrijo GG, Simpson K, Rasera EF, Prado MAM, Teixeira FB. Movimentos emaranhados: travestis, movimentos sociais e práticas acadêmicas. Rev Estud Feministas. 2019;27(2). doi: 10.1590/1806-9584-2019v27n254503.

Leininger M. *Culture Care Diversity and Universality: A Worldwide Nursing Theory. 2nd ed. Sudbury, MA: Jones & Bartlett Learning; 2006.

Leininger M, McFarland MR. Transcultural Nursing: Concepts, Theories, Research, and Practice. 4th ed. New York: McGraw-Hill; 2006.

McFarland MR, Wehbe-Alameddine H. Leininger’s Theory of Culture Care Diversity and Universality: An Overview. In: Smith MC, Parker JB, editors. Nursing Theories and Nursing Practice. 5th ed. Philadelphia: F. A. Davis; 2022. p. 97–112.

Whittemore R, Knafl K. The integrative review: updated methodology. J Adv Nurs. 2005;52(5):546–53. doi: 10.1111/j.1365-2648.2005.03621.x.

Gomes DF. Restrição de políticas públicas de saúde: um desafio dos transexuais na atenção básica. Rev Bras Saúde Coletiva. 2022;12(4):455–67.

Raj P, Dubey A. Comprehending health of the transgender population in India through bibliometric analysis. Int J Public Health. 2024 Apr 11;69:1606598. doi: 10.3389/ijph.2024.1606598.

Presague-Peciña M, Giménez Bonafé P. Comparative study of trans healthcare models in Catalonia. Heliyon. 2024 Sep 30;10(18):e36174. doi: 10.1016/j.heliyon.2024.e36174.

Moraes AND. Travestis e o cuidado humanizado em saúde. Rev Enferm Saúde Coletiva. 2020;5(2):55–66.

Silva L, et al. Explorando as complexidades e os desafios do acesso à saúde para pessoas trans em Minas Gerais: um estudo qualitativo após uma década da implementação do processo transexualizador no Sistema Único de Saúde. Rev Mineira Saúde Pública. 2024;28(1):45–59.

Jesus MKMR. Experiências de mulheres transexuais no sistema de saúde: visibilidade em direção à equidade. Saúde Debate. 2023;47(137):102–15.

Bermúdez-Pozuelo L. Assistencia sanitaria a personas trans en atención primaria. Rev Esp Atenc Primaria. 2024;26(3):215–22.

Cabral IBV, et al. Elaboração de protocolo de enfermagem para apoio ao atendimento de pessoas trans no âmbito da APS à luz da Teoria de Leininger. *Contrib Ciencias Soc*. 2024;17:8356–74. doi: 10.55905/revconv.17n1-504.

Silveira JCP. Barreiras e estratégias facilitadoras no acesso e acolhimento em saúde de crianças e adolescentes transexuais. Rev Bras Saúde Matern Infant. 2025;25(2):199–210.

Medeiros MA, Gomes SM, Spinelli Junior VF. Fatores de estresse e resiliência no acesso e utilização de serviços de saúde por travestis e mulheres transexuais no nordeste brasileiro. Saúde Soc. 2024;33(1):e224908. doi: 10.1590/S0104-1290202422408.

Araújo MC. Pedagogia das travestilidades. São Paulo: Hucitec; 2021.

Publicado

2025-11-18

Cómo citar

Fernandes, R. da C., Freitas, A. R. R. de, Oliveira, A. de, Veloso, A. O. do N., Nascimento, F. S. do, Oliveira, L. G. de, & Azevedo, T. L. da S. (2025). Acceso de Mujeres Trans y Travestis a los Servicios de Salud: Una Revisión Integradora a Partir de la Teoría del Cuidado Transcultural de Leininger. Nursing Edição Brasileira, 30(329), 11716–11733. https://doi.org/10.36489/nursing.2025v30i329p11716-11733

Número

Sección

Revisão Integrativa

Categorías