Mortalidad Materna en la Región Centro-Oeste de Brasil: Análisis de los Indicadores Oficiales del Datasus
DOI:
https://doi.org/10.36489/nursing.2025v30i331p12464-12484Palabras clave:
Mortalidad materna, Perfil de salud, Calidad de la asistencia sanitaria, Salud de la mujerResumen
Objetivo: Analizar el panorama de la mortalidad materna (MM) en la Región Centro-Oeste de Brasil entre 2019 y 2023. Método: Estudio observacional, transversal y descriptivo con enfoque cuantitativo, basado en datos secundarios de acceso público obtenidos del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud (DATASUS) del Ministerio de Salud (MS), específicamente del Sistema de Información de Mortalidad Materna (SIM). Resultados: Se registraron 868 muertes maternas. El estado de Goiás presentó el mayor número de casos (45,27%), seguido de Mato Grosso (27,64%), Mato Grosso do Sul (16,47%) y el Distrito Federal (10,60%). El año 2021 concentró el 36,4% de las muertes, configurándose como el período más crítico y reflejando directamente el impacto de la pandemia, seguido de una disminución en los años posteriores. Consideraciones finales: con base en estos datos, se puede concluir que es importante desarrollar políticas públicas para este perfil de población con la intención de minimizar esta tasa.
Métricas
Citas
Silva AD, Guida JPS, Santos DS, Santiago SM, Surita FG. Racial disparities and maternal mortality in Brazil: findings from a national database. Rev Saúde Pública. 2024;58(1). DOI: https://doi.org/10.11606/s1518-8787.2024058005862
World Health Organization. Trends in maternal mortality: 1990 to 2010. WHO, UNICEF, UNFPA and The World Bank estimates. Genebra: WHO; 2012. Disponível em: https://iris.who.int/handle/10665/44874
World Health Organization. Trends in maternal mortality 2000 to 2020: estimates by WHO, UNICEF, UNFPA, World Bank Group and UNDESA/Population Division. Genebra: WHO; 2023. Disponível em: https://iris.who.int/server/api/core/bitstreams/c3957b94-cdd5-47d7-85f8-6202be229f8e/content
Organização Pan-Americana da Saúde, Organização Mundial da Saúde. Indicadores de saúde: elementos conceituais e práticos. Washington, DC: OPAS/OMS; 2018. Disponível em: https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/49057/9789275720059_por.pdf?sequence=5&isAllowed=y
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual dos Comitês de Mortalidade Materna. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde; 2007.
Instituto de Estudos para Políticas de Saúde. Mortalidade materna: causas e caminhos para o enfrentamento. Olhar IEPS. 2023;4. Disponível em: https://ieps.org.br/wp-content/uploads/2023/03/olhar-IEPS-4-mortalidade-materna.pdf
Leal LF, Malta DC, Souza MFM, Vasconcelos AMN, Teixeira RA, Veloso GA, et al. Maternal mortality in Brazil, 1990 to 2019: a systematic analysis of the Global Burden of Disease Study 2019. Rev Soc Bras Med Trop. 2022;55(supl.1). DOI: https://doi.org/10.1590/0037-8682-0279-2021
World Health Organization. Maternal mortality [Internet]. WHO. 2025. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/maternal-mortality
Brasil. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. “Nove em cada 10 mortes maternas são evitáveis. A questão não é se vamos conseguir reduzir isso, mas quando”, diz pesquisadora [Internet]. gov.br; 2025. Disponível em: https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude/pt-br/assuntos/noticias/2025/maio/nove-em-cada-10-mortes-maternas-sao-evitaveis-a-questao-nao-e-se-vamos-conseguir-reduzir-isso-mas-quando201d-diz-pesquisadora
Brasil. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde. Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde. Sobre o DATASUS [Internet]. gov.br. 2024. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/sobre-o-datasus/
Brasil. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde. Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde. TabNet: tutorial. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2020. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/Tutorial-TABNET-2020.pdf
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. Análise epidemiológica e vigilância de doenças não transmissíveis [Internet]. gov.br. 2023. Disponível em: https://svs.aids.gov.br/daent/centrais-de-conteudos/paineis-de-monitoramento/mortalidade/materna/
Brasil. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde. Departamento de informática do Sistema Único de Saúde. Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2021. Disponível em: http://datasus1.saude.gov.br/sistemas-e-aplicativos/cadastros-nacionais/cnes
Matias A. Região Centro-Oeste. Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/regiao-centro-oeste.htm
Brasil. Ministério da Saúde. Sistema Único de Saúde. Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde – CID-10: Capítulo XV – Gravidez, parto e puerpério (O00-O99). Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2008. Disponível em: http://www2.datasus.gov.br/cid10/V2008/WebHelp/cap15_3d.htm
BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília, DF: Ministério da Saúde; 2012. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf
Organização Pan-Americana da Saúde. Saúde materna [Internet]. OPAS. 2025. Disponível em: https://www.paho.org/pt/node/63100
Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal. Desigualdades e impactos da covid-19 na atenção à primeira infância. Fundação Maria Cecília Souto Vidigal; 2022. Disponível em: https://biblioteca.fmcsv.org.br/biblioteca/impactos-covid-2022/
Coelho R, Mrejen M, Remédios J, Campos G. Nota Técnica n. 27. Desigualdades raciais na saúde: cuidados pré-natais e mortalidade materna no Brasil, 2014-2020. São Paulo: IEPS; 2022. Disponível em: https://ieps.org.br/wp-content/uploads/2022/08/IEPS_NT27.pdf
Oliveira IVG, Maranhão TA, Frota MMC, Araujo TKA, Torres SRF, Rocha MIF, et al. Mortalidade materna no Brasil: análise de tendências temporais e agrupamentos espaciais. Ciênc Saúde Coletiva. 2024;29(10):e05012023. DOI: https://doi.org/10.1590/1413-812320242910.05012023
Tinoco TF, Acioli S, Neto M, Silva LA. Mortalidade materna e a prática educativa na atenção primária à saúde. Nursing. 2018;21(247):2535-41. Disponível em: https://www.revistanursing.com.br/index.php/revistanursing/article/view/237/223
Haidar FH, Oliveira UF, Nascimento LFC. Escolaridade materna: correlação com os indicadores de saúde infantil no Brasil. Cad Saúde Pública. 2001;17(4):841-51. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/jmnSNLP7889XV6Q5tdZ5wPK/
Dantas Junior AB, Bezerra AB, Nobrega AA, Rabello DL, Lobo AP, Maciel EL, et al. Distância entre a residência e o local dos óbitos maternos no Brasil, 2018–2023. Rev Panam Salud Publica. 2025;49. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12262099/
Duarte AP, Padró MC, Ferreira MCM, Tafuri SM, Ortoni GE, Pereira VCS, et al. Análise epidemiológica da mortalidade materna relacionada à COVID-19 no sudeste do Brasil. CLCS. 2025;18(2):e15188. DOI: https://doi.org/10.55905/revconv.18n.2-038
Pacagnella RC, Nakamura-Pereira M, Gomes-Sponholz F, Aguiar RALP, Guerra GVQL, Diniz CSG, et al. Maternal mortality in Brazil: proposals and strategies for its reduction. Rev Bras Ginecol Obstet. 2018;40(9):501-6. DOI: https://doi.org/10.1055/s-0038-1672181
Publicado
Cómo citar
Licencia
Derechos de autor 2025 Victoria Souza Bonifácio, Giovanna Elias Nunes Tavares, Victoria Dias Boucinhas, Meillyne Alves dos Reis, Daniel Amorim Alves Borges, Flavia Alves Amorim Souza Sales

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.







